OSCILOSCÓPIO ANALÓGICO

 
Suponhamos, agora, que queiramos visualizar o comportamento de uma grandeza, em função do tempo.
 
Se aplicarmos uma tensão contínua às placas de deflexão vertical, veremos o ponto luminoso saltar do centro da tela para uma posição acima, no sentido vertical, mas o ponto ficará imóvel, informando apenas a amplitude do sinal. Se neste momento aplicarmos às placas de deflexão horizontal uma tensão contínua cujo valor cresça gradativamente com o tempo, veremos o ponto deslocar-se para a direita. Se isto for feito repetidas vezes e com uma frequência de algumas dezenas de ciclos por segundo, observaremos um traço contínuo na tela, correspondente ao vai e vem do feixe de elétrons.
 
O feixe terá que ser direcionado para a direita e para a esquerda e veremos, então, a forma de onda que estamos investigando, ou seja, uma linha reta horizontal, com uma posição no eixo vertical, correspondente ao valor da tensão, conforme mostrado na figura a seguir.
 
 
Para que isto aconteça, temos que aplicar às placas de deflexão horizontal uma tensão que provoque o “vai e vem” do feixe e, portanto, deverá ter a forma mostrada abaixo:
 
 
Como se pode observar, essa onda, tem uma ascensão linear crescente, de –V até mais + V e uma queda brusca até –V, iniciando assim um novo ciclo de varredura. Desta forma o feixe é “puxado” da esquerda para a direita (de –V até + V) e depois é reiniciado um novo ciclo.
 
Essa função tem o nome de “Dente de Serra” e sua frequência é selecionada pelo usuário, no painel frontal do osciloscópio, conforme veremos mais adiante.
 
 
 
 
< 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 >
Menu