| |
|
|
| |
|
Para se produzir o feixe de elétrons utiliza-se um filamento metálico (A) na extremidade mais fina do tubo. Este filamento será percorrido por uma pequena corrente elétrica, que o aquecerá como se fosse o filamento de uma lâmpada, produzindo luz e calor. Esse calor se propagará para uma placa metálica (B), próxima ao filamento. Com o aquecimento, os elétrons dessa placa metálica, chamada de catodo, ganham mais energia, vibrando mais e sendo mais fáceis de serem arrancados através de um potencial positivo aplicado às duas estruturas metálicas D e E, chamadas de anodos, colocadas mais à frente. Estas arrancarão e acelerarão os elétrons, atirando-os contra a tela (I), onde essa energia cinética será transformada em luminosa e na qual será colocado o terceiro anodo (H), na forma de um revestimento de material condutivo, que receberá esses elétrons, atraindo-os com um valor elevado de potencial positivo, completando, assim, o circuito.
|
| |
|
Para controlar esse feixe é colocada uma grade de controle (C), polarizada negativamente em relação ao catodo (B). Desse modo poderemos controlar a quantidade de elétrons que atingirá a tela, causando um efeito de maior ou de menor luminosidade na tela fosforescente. O feixe atingirá a tela formando um ponto luminoso, conforme mostrado na figura a seguir.
|
| |
|
A estrutura descrita acima e mostrada na figura é chamada de canhão eletrônico e tem a função de criar, direcionar, intensificar e focalizar o feixe sobre a tela fluorescente. O feixe atingirá a tela formando um ponto luminoso, conforme mostrado na figura a seguir.
|
| |
|
|
|