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Título: A EDUCAÇÃO PELA INFÂNCIA EM MANOEL DE BARROS
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): GISELLY DOS SANTOS PEREGRINO

Colaborador(es):  ROSANA KOHL BINES - Orientador
Número do Conteúdo: 16078
Catalogação:  03/08/2010 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
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Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=16078@1
Referência [es]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=16078@4
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.16078

Resumo:
Nesta dissertação, pesquisou-se a obra de Manoel de Barros - sobretudo, Memórias inventadas: a Infância, de 2003 - em uma busca do porquê de o poeta escrever e se escrever com infância, elegendo-a educadora de seus leitores. Examinou-se, por conseguinte, o modo como o poeta mato-grossense reivindica uma educação pela infância. Buscaram-se diferentes perspectivas sobre o conceito de infância (Platão, Aristóteles, Nietzsche, Ariès, Lyotard, Benjamin, Agamben, entre outros) visando delinear que infância Manoel de Barros propicia em sua obra. Para ele, que pensa renovar o homem usando borboletas, o leitor precisa perceber a infância como um acontecimento, isto é, precisa errar como nos anos primevos, tendo consciência de que não sabe tudo, não fala tudo, não vê tudo ainda e, portanto, pode aprender. Para tal, todavia, precisa permitir que a infância aconteça. Averiguou-se que Manoel de Barros opera com temporalidades não cronológicas e defende que não há possibilidade de abandonar a infância, mesmo sendo adulto. Por isso, postula a infância como condição humana permanente e investe em um projeto de educação dos seus leitores pela infância.

Descrição Arquivo
CAPA, AGRADECIMENTOS, RESUMO, RESUMEN E SUMÁRIO  PDF
CAPÍTULO 1  PDF
CAPÍTULO 2  PDF
CAPÍTULO 3  PDF
CAPÍTULO 4  PDF
CAPÍTULO 5  PDF
CAPÍTULO 6  PDF
CAPÍTULO 7  PDF
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E ANEXOS  PDF
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