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Título: O USO DA MINIATURA NO DESENVOLVIMENTO E PASSAGEM DAS FORMAS TÉCNICAS: SUBJETIVIDADE E MATERIALIDADE
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): ROBERTO TAKAO YAMAKI

Colaborador(es):  JOSE LUIZ MENDES RIPPER - Orientador
Número do Conteúdo: 20874
Catalogação:  12/12/2012 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=20874@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=20874@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.20874

Resumo:
O trabalho apresenta inicialmente certas técnicas tradicionais de construção com terra e as maneiras que as diversas culturas lidavam com este material de construção, que é utilizado desde épocas remotas até hoje no mundo. Apresenta também a maneira como as pessoas se organizavam no passado para realizar estas construções. O segundo capítulo trata do foco principal desta dissertação, que são os modelos reduzidos chamados aqui, por certas particularidades técnicas e metodológicas, de miniaturas. Mostra alguns aspectos históricos destas miniaturas, como a sua ocorrência desde tempos primordiais da civilização. O relato passa pelo Neolítico do Sudeste europeu, pelas culturas do Oriente Próximo, pelo Egito e Grécia. O relato se detém em um caso brasileiro contemporâneo, baseado em estudo acadêmico sobre as construções da tribo Karajá. Demonstra-se aí a importância dada pela tribo aos modelos em escala de suas ocas feitas ao lado do canteiro de obras. A seguir, estabelece as relações das miniaturas com os demais objetos, seres também participantes do espaço do laboratório, e explica o significado e terminologia destes objetos que formam com as miniaturas a parte concreta da pesquisa. Chama a atenção para o estado essencialmente mecânico das miniaturas e para os estados dos outros objetos: estado mental, estado eletrônico e estado de uso. Prosseguindo, cita uma importante exposição sobre miniaturas realizada no Solar Grandjean de Montigny, PUC-Rio. Comenta e mostra uma serie destes objetos expostos, inclusive os mais recentes que se referem à partes de arquitetura do prédio do LILD, ora em construção. Por fim mostra a utilização das miniaturas na passagem de técnicas construtivas para pessoas de uma comunidade do Jardim Anil, Jacarepaguá no do Rio de Janeiro.

Descrição Arquivo
CAPA, AGRADECIMENTOS, RESUMO, ABSTRACT, SUMÁRIO E LISTA DE FIGURAS  PDF
CAPÍTULO 1  PDF
CAPÍTULO 2  PDF
CAPÍTULO 3  PDF
CAPÍTULO 4  PDF
CAPÍTULO 5  PDF
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  PDF
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