| Título: | O BRINCAR SIMBÓLICO E OS CONTOS DE FADAS NA ESCOLA: UMA ABORDAGEM JUNGUIANA SOBRE O DESENVOLVIMENTO INFANTIL | ||||||||||||
| Autor(es): |
FERNANDA MORAES GOMES |
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| Colaborador(es): |
MARIANGELA DA SILVA MONTEIRO - Orientador LUIZ JOSE VERISSIMO - Coorientador |
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| Catalogação: | 14/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74910@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74910 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A presente monografia analisa a importância do brincar simbólico e dos contos de fadas no
contexto escolar, à luz da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung. Partindo do pressuposto de
que a infância constitui um território simbólico por excelência, busca-se compreender de que
modo a atividade lúdica e as narrativas fabulares favorecem a elaboração psíquica e a integração
entre consciente e inconsciente. O estudo destaca que o brincar simbólico representa uma
linguagem fundamental da infância, permitindo à criança dramatizar conflitos internos, projetar
arquétipos e construir sentido para suas experiências. Da mesma forma, os contos de fadas são
compreendidos como narrativas arquetípicas que ressoam com o inconsciente coletivo,
possibilitando o contato com imagens universais, a integração da sombra e a vivência de
trajetórias simbólicas de transformação. A escola é analisada como espaço de mediação
simbólica, capaz de acolher a subjetividade infantil e favorecer a formação integral do sujeito.
Conclui-se que a valorização do brincar simbólico e dos contos de fadas na prática pedagógica
contribui para o desenvolvimento psíquico, emocional e criativo da criança, além de promover
sua saúde mental e ampliar o processo de individuação.
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