| Título: | UMA REVISÃO SOBRE AMBIENTES INVALIDANTES NA INFÂNCIA E O DESENVOLVIMENTO DE AUTOCRÍTICA | ||||||||||||
| Autor(es): |
CATARINE DINIZ BARREIROS |
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| Colaborador(es): |
LUCIANA BROOKING TERESA DIAS - Orientador |
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| Catalogação: | 13/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74883@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74883 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A infância representa um período decisivo para o desenvolvimento emocional, psicológico e social do indivíduo. Nesse contexto, a qualidade do vínculo entre a criança e seus cuidadores é determinante para a formação da autorregulação emocional e da percepção de segurança. Entretanto, quando o ambiente familiar se mostra punitivo, negligente ou desconsidera as emoções da criança, constitui-se o chamado ambiente invalidante. Este trabalho tem como objetivo investigar a relação entre ambientes invalidantes na infância e o desenvolvimento da autocrítica, a partir de uma revisão integrativa da literatura publicada entre 2015 e 2025 nas bases CAPES, MEDLINE/PubMed e APA PsycNet. Os resultados demonstram que a exposição prolongada à invalidação emocional está associada ao aumento de padrões autocríticos, vergonha e dificuldades de autocompaixão, podendo atuar como mediadora no surgimento de psicopatologias e transtornos de personalidade. A análise evidencia convergências entre a Teoria do Apego de John Bowlby e a Teoria Biossocial de Marsha Linehan, ambas sustentando que a qualidade das interações precoces influencia a constituição do self e os mecanismos de regulação emocional. Conclui-se que a autocrítica é uma consequência internalizada da invalidação parental, funcionando inicialmente como tentativa de autoproteção, mas que se torna um fator de vulnerabilidade psicológica duradouro. Por fim, o estudo discorre sobre a relevância da validação como componente essencial em intervenções psicoterapêuticas voltadas a indivíduos expostos a ambientes invalidantes.
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