| Título: | E ESSE CANTO É NOSSO AMULETO: MEMÓRIA, VIOLÊNCIA E LITERATURA EM AMULETO, DE ROBERTO BOLAÑO | ||||||||||||
| Autor(es): |
BERNARDO DE SOUZA VERAS |
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| Colaborador(es): |
EDUARDO WRIGHT CARDOSO - Orientador |
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| Catalogação: | 29/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73276@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73276 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Este trabalho tem como objetivo pensar de que forma o romance Amuleto (1999), escrito por
Roberto Bolaño, articula as ideias de memória, literatura e violência. A partir de uma
discussão em torno das dimensões éticas, literárias e políticas da disciplina histórica, o
romance será analisado tendo em vista o modo como a rememoração das vanguardas
latino-americanas pela narradora Auxilio Lacouture levanta questões sobre o trauma de
regimes autoritários e as formas de narrá-lo.
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