| Título: | É POSSÍVEL CONCILIAR O MEIO AMBIENTE E O PETRÓLEO? PARADOXO DE POLÍTICA EXTERNA NORUEGUESA NA COOPERAÇÃO INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO | ||||||||||||
| Autor(es): |
MARIA CAROLINA RANGEL CASSELLA |
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| Colaborador(es): |
CAROLINA DE OLIVEIRA SALGADO - Orientador |
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| Catalogação: | 05/FEV/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=69272@1 [en] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=69272@2 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.69272 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A Noruega, com uma independência recente, construiu ao longo do século
XX uma imagem nacional associada a elementos políticos positivos, como a
liderança ambientalista, atrelada ao desenvolvimento sustentável. No século XXI,
o país passou a enfrentar desafios para alinhar sua política ambientalista com sua
política energética, especialmente após se tornar um dos maiores produtores e
exportadores de petróleo.
Esta pesquisa investiga como a Noruega articula sua política externa,
conhecida por dupla prioridade, de manutenção da sua imagem ambientalista e a
preservação de seus interesses econômicos relacionados à exploração do petróleo.
Utilizando uma abordagem de análise de política externa e os conceitos de
Governança Global e sob a perspectiva de burocracias, argumenta-se que a
Noruega pratica greenwashing ao utilizar os recursos financeiros do petróleo,
administrados por seu Fundo Soberano, para financiar projetos de cooperação
internacional, especialmente ambientais, que limpam sua imagem. Simultaneamente, o país exerce um institucionalismo ecológico, influenciando a governança global do clima, apesar das contradições de suas políticas. O estudo de caso do Fundo Amazônia exemplifica essa estratégia, destacando a atuação de atores burocráticos como a NORAD, a NICFI e o Fundo Soberano de Petróleo.
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