| Título: | DIREITO À MORADIA SOB A LENTE DA INTERSECCIONALIDADE: REFLEXÕES CRÍTICAS SOBRE A HABITAÇÃO DAS MULHERES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DA TETO EM COMUNIDADES E A NECESSIDADE DE REPENSAR O DIREITO E AS POLÍTICAS PÚBLICAS | ||||||||||||
| Autor(es): |
MARIA LUIZA FREIRE MERCES |
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| Colaborador(es): |
MARCIA NINA BERNARDES - Orientador VIRGINIA TOTTI GUIMARAES - Coorientador |
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| Catalogação: | 15/SET/2017 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=31452@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.31452 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho tem por objetivo discutir o direito à moradia sob a perspectiva de gênero. A partir da análise da experiência da organização TETO nas favelas de Guarany, Jardim Gramacho, Parque das Missões, Portelinha e Vila Kennedy, entre os anos 2016 e 2017, busca-se destacar o subgrupo de mulheres como perfil social mais vulnerável no que tange à habitação. Parte-se da exposição histórica do processo urbanístico das cidades brasileiras para demonstrar como os manuais jurídicos e as políticas de habitação desconsideram as demandas deste subgrupo, reforçando-o como o extrato social de maior fragilidade sócio-econômica do país. Por fim, será destacada a importância do uso da Teoria da Interseccionalidade como possível instrumento de análise para se repensar os panoramas jurídico e político brasileiros a fim de que os espaços de moradia não sejam mantidos como perpetradores latentes das desigualdades de gênero, raça e classe.
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