Título
[pt] BELEZA DO MARFIM E DA PEDRA: NOTAS SOBRE HÍPIAS MAIOR
Autor
[pt] BEATRIZ SAAR LEITE
Resumo
[pt] Este estudo tem por objetivo principal abordar a segunda definição de
belo (καλός) oferecida pelo sofista Hípias de Élis no diálogo Hípias Maior de
Platão. Após o fracasso da primeira tentativa, de que o belo seria uma bela donzela
(Hp. mai. 287e), Sócrates introduz um novo elemento à investigação: a ideia de
que é preciso descobrir a forma (εἶδος) que, quando acrescentada (προσγένηται),
fará com que um ser surja (φαίνεται) belo (Hp. mai. 289d). Diante dessa nova
compreensão, Hípias desenvolve a tese de que o belo é na verdade o ouro (χρυσός),
pois o ouro, ao ser acrescido a um objeto, é capaz de torná-lo belo e valioso. A fim
de melhor esclarecer essa hipótese, o presente estudo divide-se em um comentário
de duas partes: uma primeira, em que se aborda a tese áurica do sofista, suas
peculiaridades, motivações e dificuldades preliminares e uma segunda, em que se
discute a refutação da tese de Hípias e o problema do conveniente (πρέπων),
levantado por Sócrates, tendo como exemplo a escultura de Fídias.
Catalogação
2024-03-21
Tipo
[pt] TEXTO
Formato
application/pdf
Idioma(s)
PORTUGUÊS
Referência [pt]
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=66286@1
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