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Título: MÍDIA E EXTERIORIZAÇÃO DO SELF: EXPOSIÇÃO DE INTIMIDADE E CULTO AO CORPO
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): BRUNO THEBALDI DE SOUZA

Colaborador(es):  VERA LUCIA FOLLAIN DE FIGUEIREDO - Orientador
Catalogação:  06/09/2018 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
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Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=35021@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=35021@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.35021

Resumo:
Entende-se, aqui, o complexo processo de formatação das subjetividades contemporâneas a partir de dois fenômenos principais, os quais são observados não de forma isolada, mas em concomitância, isto é, ocorrendo ao mesmo tempo, sem que se anulem. Ao contrário, os dois se somam. São eles: a exibição de particularidades da vida dita privada nos meios de comunicação, em especial nas redes sociais da Web em sua fase 2.0, como Facebook, Twitter, Instagram e YouTube, a qual podemos aludir como exposição de intimidade, e a crescente e desenfreada preocupação com a obtenção do chamado corpo perfeito, em geral associado, nas narrativas midiáticas, ao porte torneado ou musculoso, fomentando o movimento conhecido como culto ao corpo. Na tentativa de encontrar proximidades, afastamentos e ambiguidades entre o atual modelo de subjetividade predominante, que começou a emergir a partir de meados do século XX, e o anterior, em voga, sobretudo, entre os séculos XIX e primeira metade do XX, esta tese de doutorado coteja dois momentos históricos distintos. Para tanto, a opção foi analisar o discurso de periódicos nacionais, de grandes e pequenas cidades, situado nesses dois recortes temporais. Dessa investigação, a conclusão foi a de que, ao contrário do que alega a maioria dos estudos sobre o tema, a força da exteriorização, tão marcante aos dias atuais, também já estava presente e se fazia sentir no modelo subjetivo de antes, ainda que atuasse de modo diferente: se hoje o predomínio é o da exteriorização ativa, quando o próprio indivíduo expõe a si mesmo, anteriormente o mais observado era o que batizamos de exteriorização passiva, quando o indivíduo é exteriorizado por terceiros, às vezes sem o seu consentimento ou sapiência. Igualmente os objetivos almejados com a exteriorização cambiaram de um momento a outro: no século XIX e primeira metade do XX, buscava-se, notadamente, constranger e/ou envergonhar o outro, especialmente pela difusão de comportamentos considerados desviantes ou inapropriados à moral da época; agora, por sua vez, procura-se, sobre todas as coisas, a captura do olhar do outro, ser visto, o que ascende o sentimento de prestígio social.

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