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Título: O SILÊNCIO DE DEUS COMO REVELAÇÃO DO PATHOS DIVINO: A PRESENÇA DE DEUS NO SOFRIMENTO HUMANO E SEU ENVOLVIMENTO COM A HISTÓRIA: A TEOLOGIA LATINO- AMERICANA DA LIBERTAÇÃO COMO RESPOSTA
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): SERGIO ALEJANDRO RIBARIC

Colaborador(es):  CESAR AUGUSTO KUZMA - Orientador
Número do Conteúdo: 33810
Catalogação:  07/05/2018 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=33810@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=33810@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.33810

Resumo:
O presente estudo discute um problema teológico: Deus é ou não é silencioso? Depois da encarnação em Jesus Cristo, não se pode mais julgar Deus de omisso ou silencioso. Na segunda pessoa da Trindade, Ele se revela solidário ao homem, caminha junto, sofre junto, é presente na sua forma kenótica. Isso nos é revelado por Jesus em sua vida e missão. A pesquisa chega assim a primeira questão: o que aconteceu com o humano que se distanciou deste ponto de referência? Jesus, Deus encarnado, traz a esperança que nos afirma que hoje, como sempre, ainda se pode crer que a paz e o bem são possíveis porque o mal não é mais forte que o bem. Ainda é possível falar de um Deus que se faz cercar e preceder da presença da paz e da justiça e cujo outro nome é Amor. O Crucificado não é a sacralização do absurdo do mal e da violência, mas a mais completa expressão da definição joanina: Deus é amor! E por isso a fonte de toda esperança. Mas se Deus é amor, perguntar-se pelo silencio de Deus é inerente ao homem que olha ao seu redor. Questiona-se sobre o mal, pergunta-se pela finitude não aceita, pela morte indesejada e, apesar disso, acontecida, pelo absurdo da morte do inocente, do sofrimento do justo, dos acidentes inexplicáveis, das doenças degenerativas, das violências vivenciadas em cada dia... O presente trabalho fundamentará seu estudo e buscará algumas respostas na obra O Deus Crucificado de J. Moltmann e no livro Jesus libertador de Jon Sobrino.

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