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Título: DE CHÃO E PORTÕES: A OCUPAÇÃO CULTURAL DE UM INSTITUTO PSIQUIÁTRICO E AS RELAÇÕES ENTRE ARTE, POLÍTICA E ESPAÇO NO CONTEMPORÂNEO
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): GUILHERME NEVES GONCALVES

Colaborador(es):  SONIA MARIA GIACOMINI - Orientador
MARIA ISABEL MENDES DE ALMEIDA - Coorientador
Número do Conteúdo: 32672
Catalogação:  15/01/2018 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=32672@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=32672@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.32672

Resumo:
A tese discute a questão das ocupações culturais a partir de uma reflexão sobre a experiência do Hotel Spa da Loucura, que consistiu na ocupação de um hospital psiquiátrico localizado no Instituto Municipal Nise da Silveira, entre os anos de 2012 e 2016. Considero ocupações culturais as estratégias de produção e ressignificação de espaços através da presença coletiva e de práticas significativas, ou seja, práticas que incidem sobre os usos e a relação simbólica dos espaços com as formas de vida. A ocupação do Hotel Spa da Loucura, da qual participaram coletivos culturais, artistas, pesquisadores, profissionais e usuários da rede de saúde mental, figura como um caso interessante no âmbito das práticas espaciais, na medida em que transformou dois andares de um hospital psiquiátrico em funcionamento em um espaço de produção artística e cultural, frequentado por uma ampla rede de atores sociais. Por mobilizar questões ligadas ao campo dos movimentos sociais, em especial o Movimento da Luta Antimanicomial, e processos relacionados ao campo das artes e da produção cultural, a ocupação constitui um terreno de análise revelador das interseções entre cultura e política nas formas contemporâneas de ação coletiva. A hipótese aqui abordada é a de que está em curso uma intensa aproximação entre as esferas política e da produção simbólica, marcada tanto pela politização da arte quanto pelo entrelaçamento entre ação política e performance cultural. Este processo está relacionado aos modos pelos quais, no contexto do biopoder, a disputa política tornou-se indissociável do que Arjun Appadurai chama de obra da imaginação. A questão das ocupações culturais, aqui discutida à luz do conceito de heterotopia desenvolvido por autores como Foucault e Hetherington, sinaliza para uma nova consideração da dimensão do espaço como eixo de agenciamentos e de construção de outras formas de vida.

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