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Título: POLÍTICAS E PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO NA CRECHE: UMA PESQUISA NA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): MARINA PEREIRA DE CASTRO E SOUZA

Colaborador(es):  SONIA KRAMER - Orientador
Catalogação:  25/09/2017 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=31551@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=31551@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.31551

Resumo:
Esta tese – Políticas e Práticas de Avaliação na Creche: uma pesquisa na rede pública do município do Rio de Janeiro, é um estudo qualitativo que analisa as concepções de avaliação que se expressam nas práticas do contexto da creche e considera os sentidos que esses profissionais produzem em relação às práticas avaliativas e suas condições de produção. Os referenciais teórico-metodológicos foram tecidos com vários autores, especialmente da filosofia da linguagem de Mikhail Bakhtin e da crítica da cultura de Walter Benjamin; no campo da avaliação, com Claudia Fernandes, Domingos Fernandes, Alicia Bonamino, Paulo Freire; e da área da Educação Infantil, as principais referências são Ana Bondioli, Donatella Savio, Peter Moss, Sonia Kramer. Metodologicamente, foram realizadas observações em grupos da creche pesquisada, bem como análise dos relatórios de avaliação das crianças. Nesse processo de investigação, também é priorizada a perspectiva macro que se refere ao contexto das políticas – suas concepções, seus processos de elaboração e implementação. Para isso, analisa a história da Educação Infantil no município do Rio de Janeiro, a situação atual do atendimento, a experiência piloto do Ages and Stages Questionnaires (ASQ-3) e a política curricular e de avaliação. Outro objeto de estudo foi a atualização de discussões antigas na primeira infância por meio da relação entre psicologia e educação, de uma abordagem determinista da neurociência, enfatizando propostas de avaliação destinadas às crianças pequenas. Este percurso analítico trouxe conclusões e proposições para as políticas e práticas, destacam-se: as análises dos documentos orientadores, produzidos pela Secretaria Municipal de Educação (SME) do Rio de Janeiro, apontam para contradições na compreensão do trabalho educativo na Educação Infantil – coexistem concepções escolarizantes e preparatórias, com propostas que valorizam a expressão e cultura infantis; as observações realizadas na creche pesquisada indicaram que o ato de avaliar as crianças é marcado, em muitos momentos, pela perspectiva de uma psicologia desenvolvimentista, que olha para o crescimento das crianças de forma linear, dicotômica, sendo o adulto quem determina o que e quando aprender; as propostas observadas no contexto investigado trazem uma artificialização do conhecimento, ausência de sentido e de articulação com os interesses infantis, problema conceitual também identificado nos documentos orientadores da SME do Rio de Janeiro; embora os relatórios de avaliação busquem se afastar das fichas padronizadas, tão comum nas creches e pré-escolas, os registros analisados não enfatizam as singularidades das crianças, os caminhos de aprendizagem percorrido, priorizam a descrição de habilidades e competências.

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