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Título: REDES NA INTERNACIONALIZAÇÃO VAREJISTA: INFLUÊNCIAS DE SHOPPING CENTERS NAS DECISÕES DE ENTRADA E DE EXPANSÃO INTRAMERCADO DE VAREJISTAS DE MARCAS INTERNACIONAIS EM MERCADOS EMERGENTES
Instituição: PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO
Autor(es): RENATA MARIA DE ALMEIDA BASTOS GOMES

Colaborador(es):  JORGE MANOEL TEIXEIRA CARNEIRO - Orientador
Número do Conteúdo: 28141
Catalogação:  25/11/2016 Idioma(s):  PORTUGUÊS - BRASIL

Tipo:  TEXTO Subtipo:  TESE
Natureza:  PUBLICAÇÃO ACADÊMICA
Nota:  Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
Referência [pt]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=28141@1
Referência [en]:  https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=28141@2
Referência DOI:  https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.28141

Resumo:
Firmas que distribuem suas próprias marcas via lojas monomarca – as varejistas de marcas internacionais (VMI) –, em sua maioria oriundas de países desenvolvidos, têm se expandido para países emergentes. Embora as estratégias de expansão adotadas pelas VMI em países emergentes apresentem variações, essas firmas parecem ter adotado um padrão geral em mercados emergentes, qual seja, a localização de lojas – quase que de forma exclusiva – em shopping centers (SC). Tal preferência não encontra paralelo em mercados de destino desenvolvidos, nos quais comércios de rua e lojas de departamento são fortes concorrentes de SC. Por seu turno, SC de países emergentes, em busca de aumentarem sua atratividade perante seu público-alvo, atribuem especial valor às marcas de apelo global distribuídas pelas VMI. Consequentemente, nota-se interdependência entre as VMI originárias de países desenvolvidos e os SC de países emergentes, fenômeno que pode ser analisado sob a ótica das abordagens de redes de relacionamentos interorganizacionais. Esta tese teve por objetivo investigar as influências dos relacionamentos com SC brasileiros no processo de internacionalização varejista das VMI originárias de países desenvolvidos, no que tange às decisões de entrada (seleção de mercados, modo de entrada e adaptação do mix de marketing) e de pós-entrada (expansão intramercado). Em virtude da natureza exploratória do estudo e de carência de literatura que explique o relacionamento em foco, realizou-se um estudo de caso do fenômeno no Brasil, composto por entrevistas em profundidade – cuja unidade de análise é o relacionamento entre as VMI e as empresas que atuam de forma especializada como proprietárias, desenvolvedoras e gerenciadoras de um portfólio de SC, as empresas de SC (ESC) – e por uma análise descritiva da indústria de SC brasileira, com abordagem de redes. Os resultados indicam que há influências dos relacionamentos com SC no processo de internacionalização das VMI, no que tange às decisões de entrada e de pós-entrada (expansão intramerca do). Nas decisões de entrada, mais do que simples provedores de espaços locatícios, as ESC atuaram como um pull factor no ingresso das VMI no mercado brasileiro; enquanto que nas decisões de expansão intramercado, as ESC foram o principal orientador das decisões expansionistas das VMI dentro do Brasil, representando um push factor no ingresso em mercados regionais. Tais influências de SC são decorrentes da posição ocupada pelas ESC na rede varejista brasileira, notadamente com relação aos aspectos de alta centralidade e de alta reputação, caracterizados a) pelo domínio que exercem sobre os espaços qualificados para as lojas das VMI, SC que representam uma ilha de desenvolvimento no país; b) pelos relacionamentos que têm com vários atores e c) pelo seu porte, tradição e expertise varejista. O presente estudo contribuiu para a literatura sobre internacionalização varejista ao a) investigar o processo de internacionalização específico de VMI para mercados emergentes, b) ampliar o conhecimento sobre atividades que ocorrem após a entrada das VMI no mercado de destino, c) destacar o papel das redes de relacionamentos no processo de internacionalização varejista, e d) identificar a relevância dos SC que, mais do que meros provedores de espaços varejistas, são atores determinantes na viabilização da operação das VMI em mercados emergentes.

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