Ano 2021
Nº 5  jul/dez
EDITORIAL

Música, cinema, artes plásticas, carnaval, poesia, literatura e jornalismo são os temas abordados por alunos da graduação do Departamento de Comunicação da PUC-Rio nos artigos que compõem esta sexta edição da Revista Miguel. Os textos foram elaborados a partir de monografias que os estudantes apresentaram como trabalho final de curso. Além de conter reflexões sobre diferentes tópicos do campo da comunicação, os artigos são uma mostra da diversificada produção desenvolvida pelos graduandos do Departamento. As pesquisas foram orientadas pelos professores Bárbara Assumpção, Gustavo Chataignier, Lilian Saback, Luciana Pereira, Rose Esquenazi e Tatiana Siciliano.

Gustavo Zeitel mostra como o poeta francês Charles Baudelaire concebeu a modernidade e como o jornalista carioca João do Rio manifestou o “espírito baudelairiano” na Belle Époque brasileira. Zeitel faz uma análise comparativa entre as obras de Charles Baudelaire e do cronista João do Rio.

Isabela Carias Pereira examina posicionamentos feministas e questões raciais nos álbuns visuais BEYONCÉ, Lemonade e Black is King da cantora americana Beyoncé. O estudo tem o objetivo de identificar como estas temáticas se desenvolvem no período de 2013 a 2020. As letras das canções e os aspectos estéticos dos clipes foram minuciosamente examinados.

Julia Rafaela Bruce toma como base a turnê “Nossa História”, de Sandy e Junior, para entender o comportamento dos fãs millennials no último show dos irmãos realizado no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O trabalho procura compreender o evento como um produto cultural ou mediático e um espaço de revisitação e de ressignificação de memórias.

Julia Rivero utiliza o enredo da escola de samba carioca Estação Primeira de Mangueira, “História para ninar gente grande”, cujo desfile foi em 2019, para demonstrar a importância dos enredos das Escolas de Samba como forma de resgate da história brasileira. Julia aponta o papel educativo e social do samba e do Carnaval, que une os brasileiros como nação.

Laila Algaves Nuñez busca compreender de que maneira a arte contemporânea produziu novos e complexos modelos e suportes de representação. Parte da produção da artista visual portuguesa Helena Almeida é analisada e serve como eixo para a discussão.

Matheus Lisbôa Matarangas investiga a representação de fronteiras políticas no filme O Passo Suspenso da Cegonha (1991), do diretor grego Theodoros Angelopoulos. Ele estrutura a reflexão a partir de conceitos do cientista político Benedict Anderson e do sociólogo britânico-jamaicano Stuart Hall.

ADRIANA FERREIRA


ARTIGOS
GUSTAVO ZEITEL

ISABELA CARIAS PEREIRA

JULIA RAFAELA BRUCE

JULIA RIVERO DE SOUZA MASSOTO

LAILA ALGAVES NUNEZ

MATHEUS LISBOA MATARANGAS

Ano 2021
Nº 4  jan/jun
EDITORIAL

A quarta edição da Miguel apresenta os seguintes trabalhos: Vitória Brandão analisa a cobertura das eleições municipais de 2020 por parte do DeltaFolha, a seção de jornalismo de dados do jornal Folha de S. Paulo, com base em 18 reportagens publicadas durante o período eleitoral. Beatriz Gonçalves Veloso investiga como os arquétipos cunhados por Jung, inconscientemente, contribuíram para a construção das narrativas mitológicas de deusas como Afrodite e Deméter e analisa as repercussões dessas projeções mitológicas e ideais femininos nos semanários A Maçã e Revista Feminina. Carolina Gomes analisa a representação midiática da Educação de Jovens e Adultos, sob a ótica da série Segunda Chamada da TV Globo. O estudo parte de entrevistas em profundidade com alunos e professores, com uma das roteiristas da série, Carla Faour e com o jornalista de Educação do jornal O Globo, Bruno Alfano. Helena Carmona Gomes discorre sobre a importância do conhecimento na área de comunicação visual para profissionais do jornalismo, tanto por questões mercadológicas como a respeito da qualidade dos produtos jornalísticos. Maria Eduarda Garibe pesquisa como a comunicação do reality show, Big Brother Brasil 20, foi arquitetada a fim de potencializar os acontecimentos imprevisíveis do ao vivo. O estudo aborda os diferentes componentes da comunicação transmidiática, suas características e outros aspectos que contribuíram para expor da melhor maneira o conteúdo que estava sendo produzido a cada minuto dentro da casa. Paula Monteiro da Veiga Cabral faz uma análise qualitativa sobre o papel da comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) no crescimento da cobertura midiática do esporte paralímpico no Brasil, a partir de medidas tomadas pela comunicação institucional. Eduarda Pillar investiga as fronteiras entre a escrita autobiográfica e a ficcional a partir da autobiografia A Força da Idade (1960) e do romance A Convidada (1943), ambos de autoria de Simone de Beauvoir. Leonardo Soares Young aborda aspectos da memória a partir do filme Na Boca do Mundo (1979), dirigido por Antônio Pitanga durante um período de intensa produção cinematográfica no Brasil, parte do projeto nacional-popular da Empresa Brasileira de Filmes S/A (Embrafilme). Giuliana Mocelin investiga como o filme O Tigre e o Dragão (Ang Le, 2000) promove uma imagem da China criada a partir de estereótipos. Luiza França analisa a linguagem cinematográfica do diretor Wong Kar-Wai, a partir dos filmes Amores Expressos (1994) e Anjos Caídos (1995), com o objetivo de compreender como a montagem e a trilha sonora contribuem para a narrativa dos longas-metragens.

LILIAN SABACK


ARTIGO
VITORIA DE FIGUEIREDO BRANDAO SOUZA

BEATRIZ GONCALVES VELOSO

CAROLINA DA SILVA GOMES

HELENA CARMONA GOMES

MARIA EDUARDA VASCONCELLOS B GARIBE

PAULA MONTEIRO DA VEIGA CABRAL

EDUARDA HOFFLING MURAT DO PILLAR

LEONARDO SOARES YOUNG

GIULIANA DE QUEIROS MATTOSO MOCELIN

LUIZA FRANCA DE MESQUITA

Ano 2020
Nº 3  jul/dez
EDITORIAL

O terceiro número da Miguel reúne artigos produzidos a partir de monografias de graduação, orientadas pelos professores do Departamento de Comunicação Social Andréa França, Bárbara Assumpção, Carmem Petit, Cristina Bravo, Gustavo Chataignier, Rosamary Esquenazi e Vera Figueiredo. São sete trabalhos de alunos sobre questões da comunicação. A seguir apresento os textos que integram este número. Danielle Klajman analisa a eficácia do marketing sensorial nos pontos de venda de marcas de roupas, utilizando como objetos de estudo as grifes Farm e Reserva. Vitor Gonçalves Procopio se apoia nas campanhas de Minha Mãe é Uma Peça 3 e A menina que matou os pais/o menino que matou meus pais, para investigar os efeitos das estratégias de comunicação nos filmes e sua recepção. Pamella Louise Alves de Lima investiga sobre a resistência à censura por meio do jornal alternativo EX- e a cobertura sobre o assassinato do jornalista Vladimir Herzog em 1975. O estudo foi elaborado a partir de consulta à edição fac símile publicada pelo Instituto Vladimir Herzog em parceria com a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo em 2010. Alexia Carpilovsky toma o livro-reportagem Ricardo e Vânia, de Chico Felitti, para pensar de que forma o Jornalismo Literário (JL) contribui para a humanização da notícia de modo a sensibilizar o público leitor quanto a grupos marginalizados. Letícia Honório Parente pensa o lugar da literatura na cultura digital, a partir do levantamento de sites, revistas eletrônicas e blogs voltados para a produção literária, no Brasil. Gabriel Luiz Galvão Vieira Pinto faz um breve panorama histórico e cultural sobre a representação LGBTQ no cinema brasileiro. Bernardo Tavares explora a suposta hibridização dos gêneros ficção e documentário presente no cinema nacional contemporâneo. O estudo apresenta a análise do longa Era o Hotel Cambridge (Eliane Caffé, 2016).

LILIAN SABACK


ARTIGOS
DANIELLE KLAJMAN

VITOR GONCALVES PROCOPIO

PAMELLA LOUISE ALVES DE LIMA

ALEXIA CARPILOVSKY

LETICIA HONORIO PARENTE

GABRIEL LUIZ GALVAO VIEIRA PINTO

BERNARDO TAVARES E SILVA COSTA

Ano 2020
Nº 2  jan/jun
EDITORIAL

O segundo número da Miguel reúne artigos produzidos a partir de monografias de graduação, orientadas pelos professores do Departamento de Comunicação Social Arthur Ituassu, Bárbara Assumpção, Felipe Gomberg, Itala Maduell, Lilian Saback e Tatiana Siciliano. São seis trabalhos de alunos com reflexões contemporâneas do campo comunicacional. A seguir resumimos as contribuições deste número. Rafaela Monnerat realiza estudo de marketing sensorial aplicado em estratégias da rede de cafeterias Starbucks. Caroline Bomfim tem como objetivo principal de pesquisa entender como se dá a interação entre o real e o ficcional na novela Lado a Lado, a partir de fatos históricos como a Revolta da Vacina e a transição do sistema imperial para o republicado no Brasil no início do século XX. Elissa Griner Taublib analisa a atuação da mídia brasileira, especialmente dos jornais Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo, na cobertura do conflito árabe-israelense, a partir de uma leitura comparada com dois dos principais veículos norte-americanos, The New York Times e The Washington Post. Já Beatriz Ostwald Luz Vilardo desenvolve estudo sobre a produção de livros-reportagem por correspondentes internacionais no âmbito da disrupção dos modelos de negócio do jornalismo. A partir de reportagens do programa Fantástico, da Rede Globo, Júlia Almeida discute o uso de câmeras e microfones escondidos e a adoção de falsa identidade no jornalismo investigativo. Para fechar esta edição, Manoela Caldas investiga o silenciamento histórico em relação a memórias femininas, especialmente no que tange à atuação de jornalistas mulheres opositoras da ditadura militar brasileira, com estudo de caso da experiência de Míriam Leitão.

FELIPE GOMBERG  / LILIAN SABACK


ARTIGOS
RAFAELA MONNERAT M DE A E SILVA

CAROLINE BONFIM

ELISSA GRINER TAUBLIB

BEATRIZ VILARDO

JULIA ALMEIDA

MANOELA CALDAS

Ano 2019
Nº 1  Jul/Dez
EDITORIAL

O primeiro número da Miguel reúne artigos produzidos a partir de monografias de graduação, orientadas pelos professores do Departamento de Comunicação Social Bárbara Assumpção, Cristina Bravo, Gustavo Chataignier, Itala Maduell, Luciana Pereira e Marcia Antabi. São seis trabalhos de alunos sobre diferentes questões da comunicação. Cecília Bueno entrevistou moradores de município afetado pela tragédia ambiental da Samarco, em 2016, para observar a memória de um povo devastado. André Luiz Marinho Costa faz análise crítica da abordagem da CNN sobre a conjuntura política dos Estados Unidos, marcada por conflitos entre a imprensa e o presidente republicano Donald Trump. Theo Villaça discute os fenômenos da pós-verdade e das fake news a partir de autores do século XX. No campo da comunicação organizacional, Vinícius Rodrigues M. Silva faz estudo de caso sobre o jornal interno Grand News, do hotel Grand Hyatt Rio de Janeiro. Fechando esta edição, dois autores pensam o audiovisual: Nathanael Leitão de Carvalho pesquisa como as novas tecnologias relacionadas ao som podem tornar o cinema mais acessível a deficientes visuais e Brenda Lopes Siqueira analisa o storytelling nos videoclipes.

LILIAN SABACK


ARTIGOS
CECILIA BUENO

ANDRE LUIZ MARINHO DA SILVA COSTA

THEO MAGALHAES VILLACA

VINICIUS RODRIGUES MENEZES SILVA

NATHANAEL LEITAO DE CARVALHO

BRENDA LOPES SIQUEIRA


EXPEDIENTE


DIRETOR (A)
TATIANA SICILIANO

COORDENADOR(A) DE ESTUDOS DE MÍDIAS
CLAUDIA PEREIRA

COORDENADOR(A) DE JORNALISMO
LEONEL AGUIAR

COORDENADOR(A) DO NÚCLEO AUDIOVISUAL
ANDREA FRANCA

EDITOR(ES) EXECUTIVO(S)
LILIAN SABACK

EDITOR(ES) ADJUNTO(S)
BARBARA ASSUMPCAO
DANIEL VARGENS
FELIPE GOMBERG

MEMBRO(S) DO CONSELHO EDITORIAL
TATIANA SICILIANO
LEONEL AGUIAR
CLAUDIA PEREIRA
ANDREA FRANCA
PATRICIA MAURICIO
FELIPE GOMBERG
CRISTINA BRAVO
NEY COSTA SANTOS
ITALA MADUELL VIEIRA
BARBARA ASSUMPCAO
MARCIA ANTABI

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