| Título: | RACIONAMENTO DE CRÉDITO: UM ESTUDO TEÓRICO E EMPÍRICO | ||||||||||||
| Autor(es): |
ANA LUIZA ABRAO RORIZ S DE CARVALHO |
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| Colaborador(es): |
JOAO MANOEL PINHO DE MELLO - Orientador |
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| Catalogação: | 22/MAI/2006 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=8347@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.8347 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Este trabalho se propõe a
analisar a evolução da teoria do racionamento de crédito
juntamente com a sofisticação dos
instrumentos da teoria econômica com a finalidade de
verificar a possibilidade da presença
deste fenômeno no Brasil, e determinar o quão relevante ele
é em termos
macroeconômicos.
O capítulo 2 trata-se de alguns conceitos básicos de
microeconomia antes de se
discutir o racionamento de crédito. Explica-se o risco
moral e a selação adversa, dois
problemas relacionados com a informação imperfeita
presentes no mercado de crédito. As
características dos mercados em desequilíbrio são
discutidas posteriormente, pois o
racionamento de crédito não pode ser tratado em um contexto
de equilíbrio entre oferta e
demanda.
No terceiro capítulo inicia-se a discussão do fenômeno do
racionamento. São
tratadas as diferentes definições para o termo racionamento
de crédito, as formas de
racionamento existentes e sua influência na transmissão da
política monetária.
Depois de construir o instrumental necessário para entender
o racionamento de
crédito, no capítulo 4 é feita uma revisão da literatura
partindo dos modelos usados na
década de 1960 até os atuais baseados na informação
imperfeita.
O capítulo 5 trata das formas de se testar a evidência
empírica do racionamento de
crédito. São expostos os principais métodos para a
estimação de mercados em desequilíbrio
e um modelo para a condução de testes de racionamento via
proxy, e o capítulo 6 conclui o
estudo.
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