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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: GESTÃO DE ESTOQUES NO VAREJO FARMACÊUTICO: UM ESTUDO DE CASO SOBRE A REPOSIÇÃO DE MEDICAMENTOS NA FARMÁCIA PRINCESA
Autor(es): BIA GUSMAO LIMA
ISABELA MOUTINHO LOUREIRO
Colaborador(es): MARCELO XAVIER SEELING - Orientador
Catalogação: 16/JUL/2026 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
Notas: [pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
[en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio.
Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=76910@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.76910
Resumo:
O setor farmacêutico brasileiro apresenta crescimento consistente e relevância estratégica para o sistema de saúde, tornando a gestão eficiente de estoques um fator crítico para a disponibilidade de medicamentos e a continuidade do atendimento à população. Com o objetivo de analisar os processos de logística de suprimentos, armazenagem, gestão de estoque e reposição de medicamentos em uma farmácia varejista que utiliza sistema informatizado de gestão, foi realizado um estudo de caso em uma unidade da rede Farmácia Princesa, localizada na Ilha do Governador, Rio de Janeiro. Os objetivos específicos incluem identificar como o sistema automatizado de gestão de estoque é utilizado no monitoramento e controle dos produtos e avaliar como as informações geradas pelo sistema contribuem para a tomada de decisões relacionadas à reposição de medicamentos. Para o desenvolvimento do trabalho, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com o gerente, supervisor e farmacêutico da unidade, observação de campo e análise de documentos internos, incluindo relatórios gerados pelo sistema Farmasoft. O processo de reposição foi modelado por meio da notação BPMN (Business Process Model and Notation), com o auxílio da ferramenta Bizagi Modeler, evidenciando as responsabilidades dos participantes e as lacunas de automação existentes. Foi possível concluir que a adoção integral do Farmasoft desde a abertura da farmácia proporcionou ganhos concretos de eficiência, como visibilidade em tempo real dos níveis de estoque e acuracidade de 92 porcento, índice que se encontra abaixo dos padrões de referência do mercado farmacêutico, indicando margem de melhoria, além da integração com a plataforma de cotação Cotefácil para negociação simultânea com múltiplos fornecedores. As principais lacunas identificadas concentram-se em três eixos: o controle regulatório, especialmente o envio manual ao SNGPC (Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados); o controle financeiro, realizado em planilhas externas; e a rastreabilidade de produtos, com o controle de lote e validade dependente de revisões manuais mensais. O estudo conclui que a automação do controle de estoque em farmácias de pequeno porte é viável e gera resultados tangíveis, mas que a adoção de um único sistema não é suficiente para cobrir todas as necessidades operacionais e regulatórias do setor.
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