| Título: | ADAPTAÇÃO DO VAREJO FÍSICO À CONSOLIDAÇÃO DO E-COMMERCE NO PERÍODO PÓS-PANDEMIA | ||||||||||||
| Autor(es): |
GIULLIA BORILO QUEIROZ SERAPIAO VICTORIA CORREA QUEEN |
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| Colaborador(es): |
MARCELO XAVIER SEELING - Orientador |
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| Catalogação: | 16/JUL/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=76895@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.76895 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A consolidação do e-commerce no período pós-pandemia transformou o comportamento do
consumidor e impôs novos desafios ao varejo físico, em especial aos shopping centers e aos
varejistas que neles operam. Este trabalho analisa como esses agentes estão respondendo à
digitalização do varejo, com atenção à integração entre canais físicos e digitais e ao papel da
loja física como espaço de experiência. Adotaram-se dois estudos de caso, conduzidos a partir
de duas entrevistas semiestruturadas - uma com o Diretor de Relações com Investidores da
Multiplan, operadora de shopping centers, e outra com a Gerente de Projetos e Digital
Corporativo da AZZAS 2154, maior grupo de moda da América Latina -, complementadas
pela análise de documentos públicos e de dados setoriais. Os resultados mostram que a
digitalização não substituiu os ativos físicos: na Multiplan, o digital reforça o shopping como
espaço de experiência, conveniência, dados e relacionamento; na AZZAS 2154, amplia a
eficiência e a capilaridade da operação, enquanto a loja física segue essencial para venda,
experimentação, relacionamento e logística. Conclui-se que, no varejo pós-pandemia, físico e
digital deixam de competir e passam a se sustentar mutuamente, e que o ganho competitivo
decorre da articulação coordenada entre tecnologia, dados, experiência e ativos físicos. Ao final,
são apresentadas uma análise comparativa entre os casos e propostas práticas de melhoria, além
de sugestões de pesquisas futuras.
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