| Título: | ENTRE O ESTRANHO E O FAMILIAR: O SURREALISMO COMO ENTRETENIMENTO EM DAVID LYNCH | ||||||||||||
| Autor(es): |
BEATRIZ MENDONCA DE ARAUJO |
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| Colaborador(es): |
MARCIA ANTABI - Orientador |
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| Catalogação: | 26/MAR/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=75862@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.75862 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Este artigo investiga como Mulholland Drive (David Lynch, 2001) integra elementos do
surrealismo e do universo onírico, sendo reconhecido como um dos filmes mais importantes
do século XXI pela crítica e pelo público. A análise parte de uma revisão teórica sobre o
surrealismo no cinema, contextualizando suas origens históricas e conceituais, e examina
como esses princípios se manifestam na obra de Lynch. Além disso, considera-se a recepção
crítica e popular, incluindo reflexões de autores como Arthur Tuoto e Richard Sinnerbrink,
bem como dados de blogs e plataformas cinéfilas. O estudo busca compreender de que forma
o filme combina estética, narrativa fragmentada e atmosfera onírica, gerando fascínio e apelo
entre diferentes públicos.
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