| Título: | REGIMES FISCAIS E EFICÁCIA DA POLÍTICA MONETÁRIA: EVOLUÇÃO DAS EXPECTATIVAS DE INFLAÇÃO NO BRASIL NO PERÍODO 2016 2025 | ||||||||||||
| Autor(es): |
JOAO MARCELO ALVARENGA ASSAD |
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| Colaborador(es): |
MARIA CLAUDIA GOMES PEREIRA SARMIENTO GUTIERREZ - Orientador |
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| Catalogação: | 25/MAR/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=75797@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.75797 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Este estudo investiga como diferentes regimes fiscais podem alterar a potência da política monetária no Brasil, com foco na relação entre o juro real ex-ante de 24 meses e as expectativas de inflação no mesmo horizonte. Entre 2016 e 2025, o país passou por
transformações institucionais que oferecem um cenário natural para avaliar como mudanças de credibilidade fiscal afetam a transmissão monetária. Utilizando um modelo econométrico simples com interações entre juro real e dummies de regime fiscal, encontram-se diferenças expressivas na inclinação da relação entre juros e expectativas ao longo dos regimes. Os
resultados sugerem que a política monetária exerce influência mais forte sobre as expectativas em ambientes fiscalmente críveis, ao passo que sua potência se reduz em períodos de incerteza, choques extraordinários ou deterioração institucional. Embora o modelo não tenha pretensão causal, as evidências contribuem para o debate sobre coordenação fiscal monetária e reforçam
a importância de âncoras fiscais para a eficácia da política monetária em economias emergentes.
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