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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: VIESES COMPORTAMENTAIS ENTRE INVESTIDORES ASSESSORADOS NO BRASIL: EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS E IMPLICAÇÕES PARA A TOMADA DE DECISÕES FINANCEIRAS
Autor(es): FELIPE NUNES DE SOUZA TRINDADE
Colaborador(es): SHEILA NAJBERG - Orientador
Catalogação: 25/MAR/2026 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=75787@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.75787
Resumo:
Este trabalho de conclusão de curso analisou o impacto dos vieses comportamentais sobre a tomada de decisão de investidores que já contam com o acompanhamento profissional de assessores de investimento. A motivação central reside na crescente importância da economia comportamental para mitigar erros e potencializar retornos no mercado financeiro. O estudo faz uma revisão bibliográfica com base no conhecimento gerado por Daniel Kahneman, Amos Tversky, Richard Thaler, entre outras vozes influentes. Essa imersão teórica traz à tona as principais contribuições destes autores, bem como uma revisão fundamentada do tema. A revisão se torna ainda mais completa ao incorporar as perspectivas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que trazem essa discussão para a realidade do mercado brasileiro. Foi realizada uma fase empírica, que foi conduzida com 112 investidores assessorados, utilizando um questionário estruturado adaptado de pesquisas internacionais realizadas em países emergentes, como Bangladesh, Índia, Indonésia, Nigéria e Paquistão, para então conduzir um trabalho original no Brasil. Os dados foram convertidos para uma escala numérica e, após análise, revelaram a predominância de vieses emocionais, especialmente aversão ao arrependimento e efeito dotação, enquanto vieses cognitivos clássicos, como representatividade e confirmação, mostraram baixa incidência. Outros padrões foram encontrados na análise por subgrupos: investidores mais jovens apresentaram maiores níveis de impulsividade e autoconfiança; mulheres demonstraram maior prudência e maior aversão ao arrependimento, entre diversos outros achados. Os resultados oferecem insights práticos para profissionais de mercado ao evidenciar como perfis distintos tendem a manifestar vieses específicos, contribuindo para uma assessoria mais personalizada e eficaz.
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