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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: CARNAVAL E DESIGUALDADE: SEGREGAÇÃO SÓCIO-ESPACIAL PROVOCADA POR DESIGUALDADES SOCIAIS, NO PERÍODO DE FESTIVIDADE
Autor(es): CAMILA MARTUCHELLI HASSAN
Colaborador(es): MARCELO TADEU BAUMANN BURGOS - Orientador
Catalogação: 24/MAR/2026 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=75753@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.75753
Resumo:
O carnaval é uma festa que tem seu registro de chegada ao Brasil entre o século XVI e XVII, ainda no período colonial. Festa essa cuja origem está relacionada diretamente à Idade Média e a práticas associadas ao cristianismo, como o Entrudo. Ao mesmo tempo que o carnaval, na sua origem, tem ligação com a religião, ele é construído pela junção de interesses de indivíduos com diferentes posições na sociedade, mas que encontram na coletividade uma forma de organização do carnaval e, assim, da própria cidade. Ao longo das décadas vai tomando novas formas, e a influência de aspectos como o de classe, gênero, raça e contexto político é determinante para estabelecer regras de organização do espaço da cidade de acordo com interesses de quem está inserido nessa lógica capitalista de poder, definindo quais são os grupos sócio-econômicos aptos para ocupar esse espaço. Sendo assim, há uma continuidade das desigualdades e da segregação espacial apresentadas no cotidiano da população, não excluindo o pensamento crítico das pessoas nesse período de festa. Desde modo, o trabalho a seguir visa pensar a relação entre o carnaval e o padrão de segregação socioespacial no Rio de Janeiro, dividido em quatro capítulos. O primeiro capítulo é a introdução ao tema; o segundo dedicado a estabelecer uma análise sobre o carnaval no período que é introduzida a primeira república no Brasil e o carnaval já na contemporaneidade; o terceiro está voltado a discussão mais especificamente sobre a cidade e como ela é o campo ela se transforma em um campo de disputa, mostrando que pode ser um lugar desigual; o quarto tem um recorte do diálogo entre o carnaval no período da sua criação e como ele está organizado atualmente, ressaltando se há ou não uma continuidade entre esses dois tempos; e por fim, a conclusão.
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