| Título: | O PAPEL DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO APOIO AOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: UM ESTUDO APLICADO AO RIO DE JANEIRO | ||||||||||||
| Autor(es): |
LUIZA DE CASTRO PINTO DOS SANTOS |
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| Colaborador(es): |
GUILHERME FERREIRA SORGINE - Orientador |
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| Catalogação: | 25/FEV/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=75519@1 [en] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=75519@2 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.75519 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Este policy brief apresenta uma análise aplicada sobre o papel da
Inteligência Artificial (IA) no apoio aos Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (ODS), tomando o estado do Rio de Janeiro como estudo de caso.
Parte-se do reconhecimento de que a IA deixou de representar apenas um avanço
tecnológico e passou a influenciar diretamente a gestão pública e diferentes
dimensões da vida social. À medida que sistemas automatizados processam
grandes volumes de dados, tornam-se mais evidentes os dilemas éticos,
regulatórios e distributivos associados à sua difusão, especialmente em territórios
marcados por desigualdades históricas. Nesse contexto, o estudo concentra-se nos
ODS 9, 11 e 13, ligados à inovação, a cidades sustentáveis e à ação climática.
O caso fluminense articula capacidades institucionais relevantes, como o
Centro de Operações Rio e o programa RJ Digital, com vulnerabilidades
estruturais que moldam o acesso desigual aos benefícios tecnológicos. O
diagnóstico indica que a tecnologia não garante inclusão: desigualdades digitais se
sobrepõem a desigualdades raciais e territoriais, enquanto carências de
saneamento, planejamento urbano e continuidade administrativa limitam a
efetividade de aplicações de IA. A literatura também evidencia riscos éticos, como
vigilância ampliada, fragilidades de proteção de dados e vieses algorítmicos.
A análise demonstra que a incorporação da IA ao planejamento público
requer critérios éticos, uso de evidências e mecanismos de governança capazes de
orientar sua aplicação. O avanço dessa agenda depende da articulação entre
inclusão social, fortalecimento institucional e planejamento orientado por metas,
condição necessária para que o potencial tecnológico contribua para o
desenvolvimento sustentável no contexto fluminense.
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