| Título: | SIMULAÇÃO EM ASPEN PLUS DO PROCESSO DE OXIDAÇÃO AVANÇADA POR PEROXONE (O3/H2O2) PARA DEGRADAÇÃO DE TOLUENO EM ÁGUA PRODUZIDA | ||||||||||||
| Autor(es): |
GABRIEL RIBEIRO DE ANDRADE |
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| Colaborador(es): |
LUIZ ALBERTO CESAR TEIXEIRA - Orientador CECILIA VILANI - Coorientador |
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| Catalogação: | 29/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=75211@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.75211 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O óleo e gás extraídos à superfície, em poços produtores, carregam junto de
si água subterrânea e de injeção proveniente da indústria de OeG, denominada
água produzida. Nela, podem haver dissolvidos uma série de compostos orgânicos e
inorgânicos, conferindo-lhe alta salinidade e oleosidade. Este efluente de matriz
complexa representa um dos maiores desafios para o setor, visto que muitos
componentes em sua composição oferecem um risco ao meio ambiente e à saúde
humana. O presente trabalho, tem como proposta principal simular a mineralização
do tolueno presente na água produzida com o processo oxidativo avançado (POA)
conhecido como peroxone (O3/H2O2), utilizando o Aspen Plus v10. Através de
dados de caracterização de um petróleo bruto com 28 API, produzido na plataforma
da Petrobras P-52, no Campo do Roncador (Bacia de Campos/RJ), foi simulado o
petróleo, seu fracionamento em separadores e a posterior reação de degradação do
tolueno presente na água produzida. Neste processo, moléculas orgânicas são
oxidadas até sua completa mineralização, ou ao menos convertidas em moléculas
com menor toxicidade. O processo peroxone simulado reduziu a concentração de
tolueno na água produzida em 97,8 porcento. A concentração do tolueno passou de 8,1
mg/L, na entrada dos reatores, para 0,17 mg/L. Na simulação utilizando a
ozonização tradicional, foi alcançada uma redução de 81,7 porcento, o que confirma a
intensificação do efeito oxidativo pela mistura entre do O3 com H2O2. Isso pode ser
justificado pela maior geração de hidroxila radicalar (HO.) no processo peroxone, em
comparação a ozonização. A partir dos resultados obtidos, foram realizadas análises
de sensibilidade relativas a degradação do tolueno e solubilização do ozônio na fase
aquosa. A partir delas, foi confirmada a relação diretamente proporcional entre
massa de ozônio solubilizada e degradação de tolueno, até um ponto de estagnação
de degradação para frações de reciclo maiores que 27 porcento (v/v). Ademais, a
degradação de tolueno aumentou para as vazões molares entre 0,15 e 0,40 kmol/h
de H2O2, e para valores superiores, mostrou uma queda gradual.
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