| Título: | EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS EM CAMPOS MADUROS E ACUMULAÇÕES MARGINAIS TERRESTRES POR OPERADORAS INDEPENDENTES: ESTUDO DE CASO NA BACIA POTIGUAR | ||||||||||||
| Autor(es): |
JOAO VITOR MOURA GONCALVES |
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| Colaborador(es): |
LINCOLN WOLF DE ALMEIDA NEVES - Orientador |
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| Catalogação: | 16/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=75001@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.75001 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A indústria brasileira de exploração e produção (EeP) de petróleo e gás natural (OeG) passou,
nas últimas décadas, por um processo de transformação marcado, mais recentemente, pelo
programa de desinvestimentos da Petrobras, que abriu espaço para a atuação de operadoras
independentes em campos maduros e acumulações marginais terrestres (onshore). Nesse
contexto, este Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo geral avaliar por que
petroleiras independentes optam por operar campos maduros e acumulações marginais no
Brasil, por meio de um estudo de caso dos campos terrestres da Brava Energia na Bacia
Potiguar. Adota-se uma abordagem exploratória, qualiquantitativa, estruturada a partir do
método de estudo de caso, com triangulação de dados primários e secundários, com evidências
primárias obtidas por meio de entrevistas com especialistas do setor. Os resultados indicam que
campos maduros e acumulações marginais, embora apresentem desafios como altos teores de
água produzida, declínio da produção e necessidade de intervenções frequentes, oferecem
oportunidades para operadoras independentes que conseguem operar com estruturas enxutas,
que intensificam intervenções, aplicam métodos de recuperação secundária e terciária, e
capturam incentivos regulatórios e fiscais específicos. No caso do Complexo Potiguar, a Brava
mitigou a trajetória de declínio dos campos ao ampliar a atividade de perfuração e ao
implementar uma estratégia operacional intensiva em capital. A modelagem econômicofinanceira do empreendimento apontou a atratividade econômica da operação do ativo. Concluise que operadoras independentes são atraídas por campos maduros e acumulações marginais
por enxergarem, nesses ativos, uma combinação de menor risco geológico, infraestrutura já
instalada, barreiras de entrada mais baixas e espaço para criação de valor via aumento de
eficiência operacional e disciplina de capital. A captura efetiva desse potencial, contudo,
depende de processos eficazes de avaliação econômica, decisões de investimento bem
fundamentadas e boa governança. De modo semelhante, é importante que as operadoras
independentes evitem sobrepreço em aquisições e excesso de custos, preservando uma margem
de segurança em sua operação.
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