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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: GESTÃO DE ESTOQUE E ARMAZENAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES E MEDICAMENTOS EM UM HOSPITAL PEDIÁTRICO PÚBLICO BRASILEIRO
Autor(es): FELIPE CALMON LUCAS
JULIA SIVIERO BAKER MEIO
Colaborador(es): MARCELO XAVIER SEELING - Orientador
Catalogação: 16/JAN/2026 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
Notas: [pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
[en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio.
Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74994@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74994
Resumo:
A gestão de estoques em hospitais públicos representa um dos maiores desafios logísticos do sistema de saúde, especialmente em instituições pediátricas, onde a precisão terapêutica é essencial para garantir a segurança e a continuidade do cuidado. Esse trabalho tem como objetivo analisar como ocorre a gestão e o armazenamento de materiais hospitalares e medicamentos em um hospital pediátrico público do Rio de Janeiro, por meio de um estudo de caso apoiado em observação direta, entrevistas semiestruturadas e pesquisa bibliográfica. Os resultados evidenciaram que a instituição dispõe de um almoxarifado organizado, dotado de estrutura física adequada, endereçamento logístico e conformidade sanitária, além do uso do sistema informatizado AGHUX para registro e rastreabilidade. Contudo, foram identificadas limitações importantes, como ausência de integração sistêmica entre setores, falta de indicadores consolidados, dependência de registros manuais em etapas críticas e vulnerabilidade a rupturas de estoque. Como contribuição prática, o estudo propõe melhorias alinhadas às boas práticas nacionais e internacionais, entre elas a adoção de tecnologias de automação (RFID, Smart Cabinet, AMRs), aprimoramento dos fluxos de informação e implementação de indicadores de desempenho. Conclui-se que, apesar das restrições inerentes ao contexto público, há potencial significativo de evolução operacional, contribuindo para maior eficiência logística, redução de desperdícios e fortalecimento da segurança do paciente pediátrico.
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