| Título: | A DOR QUE PERSISTE: UM ENSAIO SOBRE A CULPA E O MAL ESTAR NA CIVILIZAÇÃO | ||||||||||||
| Autor(es): |
MANUELA GUINLE ROMANELLI |
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| Colaborador(es): |
FABRICIO MARTINS PINTO - Orientador |
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| Catalogação: | 16/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74977@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74977 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Este trabalho consiste em um ensaio sobre os atravessamentos da culpa e suas manifestações na subjetividade, articulando o pensamento psicanalítico e filosófico em uma perspectiva que busca honrar as raízes de ambos os campos. Partindo de Freud e de sua concepção da culpa como elemento estruturante do mal-estar na civilização, o estudo percorre uma trajetória que inclui autores pós-freudianos e filósofos que, a seu modo, se relacionam e ampliam essa discussão. A análise dialoga especialmente com Nietzsche, cuja crítica genealógica à moral oferece convergências e divergências fundamentais à visão freudiana, bem como com pensadores que exploraram as implicações éticas, culturais e subjetivas da culpa. Trata-se, portanto, de uma reflexão ensaística que busca compreender como a moral, o desejo e a repressão se entrelaçam na formação do sujeito, situando a culpa como ponto de convergência entre filosofia e psicanálise.
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