| Título: | ENTRE O CÔMICO E O PATOLÓGICO: BANALIZAÇÃO E ESTIGMA DO TOC NA MÍDIA | ||||||||||||
| Autor(es): |
LILIAN FERNANDES TAMANQUEIRA |
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| Colaborador(es): |
GUILHERME GUTMAN CORREA DE ARAÚJO - Orientador |
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| Catalogação: | 15/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74958@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74958 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) configura-se como um quadro psiquiátrico grave
e prevalente, além de ser extremamente debilitante, causando prejuízos significativos na vida
do indivíduo e acarretando consequências emocionais, familiares, profissionais e sociais.
Mesmo com toda a complexidade clínica, o TOC é retratado na mídia através de representações
que banalizam o transtorno, pois abordam características cômicas e excêntricas, assim,
consolidando estereótipos estigmatizantes. Portanto, esse estudo tem como objetivo investigar
de que forma filmes e séries favorecem a formação de percepções distorcidas acerca do TOC,
ao relacioná-lo ao humor, à genialidade e à racionalidade. Com base em uma análise teórica
acerca da etiologia, diagnóstico e tratamento, juntamente com um olhar crítico sobre produções
cinematográficas, aborda-se a maneira como essas narrativas podem tanto contribuir para
disseminar conhecimento quanto gerar estigmas negativos. Esses estigmas impactam
diretamente o entendimento sobre o sofrimento dos pacientes, bem como o diagnóstico e a
aceitação do tratamento. Uma retratação superficial ajuda a atenuar a gravidade do transtorno,
impactando pacientes, famílias e profissionais. Dessa forma, é imprescindível incentivar
representações midiáticas mais responsáveis e fundamentadas em evidências, favorecendo a
psicoeducação do público sobre saúde mental.
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