| Título: | A TELA EM QUE HABITO: A CIBERCULTURA E O MAL ESTAR CONTEMPORÂNEO | ||||||||||||
| Autor(es): |
MARIA EDUARDA CORREA LANNES |
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| Colaborador(es): |
SILVIA MARIA ABUJAMRA ZORNIG - Orientador |
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| Catalogação: | 15/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74938@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74938 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Este trabalho propõe uma discussão sobre o mal-estar na contemporaneidade e como ele se reorganiza diante do avanço das tecnologias digitais e do surgimento da cibercultura. Argumenta-se que a hiperimersão no ciberespaço promete proteção diante do desamparo, ao mesmo tempo que inaugura novas modalidades de sofrimento. Examinamos as transformações históricas que deslocaram o sujeito moderno para uma nova reconfiguração contemporânea, centrada nos regimes da visibilidade, exteriorização e intensidade e, ao aprofundarmos no conceito de virtualidade, discutimos o surgimento do ciberespaço e sua recente dominação algorítmica, marcada por novas formas de controle e reconfiguração subjetiva. Por fim, analisamos o fenômeno do shifting, prática popularizada nas redes sociais, como exemplo extremo de resposta subjetiva ao mal-estar contemporâneo, articulando
interpretações críticas e ambivalentes da experiência digital.
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