| Título: | TRATAMENTOS EFETIVOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM TDAH E SINTOMAS DE ANSIEDADE | ||||||||||||
| Autor(es): |
GUSTAVO DE SALLES TEIXEIRA |
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| Colaborador(es): |
LUCIANA FONTES PESSOA - Orientador |
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| Catalogação: | 14/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74931@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74931 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Esta monografia apresenta uma revisão de literatura orientada por critérios
sistematizados de busca e seleção de artigos científicos, com o objetivo de reunir evidências
recentes sobre intervenções destinadas ao tratamento de crianças e adolescentes com Transtorno
de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) e sintomas de ansiedade comórbidos. As buscas
foram realizadas na base de dados PubMed e na base de dados da PUC-Rio, no período de 2019
a 2024, com filtros para estudos com texto completo disponível, em inglês, português ou
espanhol, envolvendo amostras humanas de 0 a 18 anos. Ao final do processo, foram incluídos
16 estudos que abordavam intervenções farmacológicas, psicossociais e combinações entre
elas, bem como revisões e relatos clínicos relevantes para o manejo dessa comorbidade.
Os resultados indicam que a comorbidade entre TDAH e transtornos de ansiedade é
frequente e se associa a maior complexidade clínica, com prejuízos emocionais, cognitivos,
acadêmicos, familiares e nas relações com pares, em comparação a quadros de TDAH sem
ansiedade. No campo do tratamento, a literatura aponta que combinações entre farmacoterapia
(principalmente psicoestimulantes e, em alguns casos, atomoxetina e inibidores seletivos da
recaptação de serotonina) e intervenções psicossociais, especialmente a terapia cognitivocomportamental voltada à ansiedade, constituem estratégias frequentemente utilizadas e
potencialmente benéficas para parte dos pacientes. Destacam-se ainda o papel de fatores
transdiagnósticos, como dificuldades de regulação emocional e de funções executivas, e a
importância de considerar o contexto familiar e escolar no planejamento das intervenções.
Apesar dos avanços, observa-se escassez de estudos especificamente desenhados para
crianças e adolescentes com TDAH e sintomas de ansiedade comórbidos, além de
heterogeneidade metodológica entre os trabalhos incluídos, o que limita comparações diretas e
a formulação de recomendações mais padronizadas. Ainda assim, a revisão reforça a relevância
de abordagens integradas, individualizadas e sensíveis à comorbidade, bem como a necessidade
de novas pesquisas que explorem modelos de tratamento mais específicos para essa população.
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