| Título: | COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS PARA A PRÁTICA CLÍNICA DO TERAPEUTA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
LUÍSA SOFIA ORTÚZAR COSSICH |
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| Colaborador(es): |
MARIA AMELIA PENIDO SAMPAIO - Orientador |
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| Catalogação: | 14/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74918@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74918 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Esse trabalho tem como objetivo analisar quais são as competências essenciais para o
terapeuta cognitivo-comportamental, destacando os fatores comuns e específicos relativos à
prática clínica dessa abordagem. Por meio de uma revisão narrativa de literatura, foram
examinadas produções científicas nacionais e internacionais que abordam o tema das
competências terapêuticas, bem como sobre o processo de aquisição e aprimoramento dessas
habilidades no contexto da terapia cognitivo-comportamental, o qual inclui a supervisão
baseada em evidências e exercícios de autoprática e autorreflexão. Nessa revisão foi possível
observar que as competências terapêuticas na TCC constituem um campo amplo,
multifacetado e ainda pouco sistematizado, especialmente no contexto brasileiro. A
diversidade de modelos encontrados - variando entre fatores comuns, específicos e
competências multiculturais - revela a necessidade de esforços mais robustos para integrar
essas propostas e desenvolver sistemas de avaliação e treinamento mais consistentes. Assim,
essa discussão pode contribuir para a formação de terapeutas cognitivo-comportamentais
competentes e compromissados com a prática ética e científica da psicologia clínica.
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