| Título: | O INVISÍVEL TEM COR: DIRETRIZES PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA CLÍNICA ANTIRRACISTA A PARTIR DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
BRUNA VITÓRIA DE ALMEIDA |
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| Colaborador(es): |
MARIA AMELIA PENIDO SAMPAIO - Orientador |
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| Catalogação: | 14/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74916@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74916 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho tem como objetivo reunir a principal literatura existente por meio de uma
revisão bibliográfica sobre o atendimento da população negra a partir da terapia cognitivo-comportamental (TCC) e compilar orientações diretas e objetivas em um guia apresentado no
terceiro capítulo. Apesar de ser uma abordagem terapêutica muito flexível e adaptável, houve
pouquíssimas tentativas de incluir questões raciais como o racismo individual, institucional e
estrutural, as microagressões e o racismo internalizado, por exemplo, com o objetivo de gerar
diretrizes estruturadas para auxiliar o manejo clínico dos psicólogos. Conclui-se que, apesar de
ser um campo pouco explorado, há muitas possibilidades de adaptar o processo de conceituação
cognitiva, de reestruturação e as técnicas tão utilizadas na TCC. A autorreflexão é
imprescindível para o desenvolvimento profissional e o cuidado com a linguagem e a postura
faz a diferença entre ter uma intervenção acolhedora ou iatrogênica. Quanto mais o profissional
buscar se conectar com a cultura de seu paciente e, no caso da população negra, conhecer e
entender a negritude e a terapia afrocentrada, mais tornará o paciente protagonista da própria
sessão, quebrando muitas barreiras invisíveis.
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