| Título: | NEURODESENVOLVIMENTO INFANTIL, ESTRESSE PRECOCE E RESILIÊNCIA: IMPACTOS DAS EXPERIÊNCIAS ADVERSAS SOBRE O CÉREBRO EM FORMAÇÃO | ||||||||||||
| Autor(es): |
LUIZA AMBRE SANTOS |
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| Colaborador(es): |
RITA DE CASSIA SOARES ALVES - Orientador |
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| Catalogação: | 14/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74913@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74913 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Este trabalho examina como experiências adversas na infância, incluindo maus tratos, negligência, instabilidade familiar e formas de adversidade psicossocial, afetam o neurodesenvolvimento e modulam trajetórias de vulnerabilidade e resiliência. O objetivo foi
compreender de que maneira o estresse precoce altera a estrutura, o funcionamento e conectividade de sistemas neurais envolvidos na regulação emocional, na memória e nas funções executivas, destacando a infância como período de elevada plasticidade e sensibilidade ambiental. Realizou-se uma revisão narrativa de estudos em neurociência, psicologia do desenvolvimento e neuropsicologia, abordando mecanismos neurobiológicos, epigenéticos e contextuais que mediam os impactos dos maus-tratos. Os achados indicam que, embora essas experiências possam gerar alterações duradouras na arquitetura cerebral, fatores protetores, vínculos afetivos e ambientes de cuidado reforçam a resiliência e favorecem processos de reorganização neural, contribuindo para trajetórias de desenvolvimento mais adaptativas
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