| Título: | A CONSTRUÇÃO DA SEGURANÇA E DO PERTENCIMENTO EM RELACIONAMENTOS AMOROSOS: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA DO APEGO, NEUROBIOLOGIA E EVOLUÇÃO | ||||||||||||
| Autor(es): |
CAROLINA PINA FRIAS |
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| Colaborador(es): |
RITA DE CASSIA SOARES ALVES - Orientador |
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| Catalogação: | 14/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74912@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74912 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente estudo teórico analisou como os sentimentos de segurança e pertencimento se desenvolvem e se mantêm em relacionamentos amorosos duradouros, integrando contribuições da Teoria do Apego, da Neurociência Social e de perspectivas
evolucionistas. A revisão narrativa da literatura incluiu publicações seminais e contemporâneas que abordam modelos internos de funcionamento, mecanismos de cooptação afetiva e bases neurobiológicas do vínculo. Os achados indicam que a segurança
relacional emerge da continuidade entre processos desenvolvimentais e sistemas evolutivamente conservados de afiliação, nos quais funções originalmente direcionadas ao cuidado mãe bebê foram adaptadas para sustentar o laço romântico. No nível
neurobiológico, a presença do parceiro modula sistemas de estresse e recompensa, favorecendo estados fisiológicos compatíveis com co-regulação emocional, nos quais substâncias como oxitocina e opióides endógenos contribuem para confiança, vínculo e
sensação de pertencimento. A literatura aponta ainda que a estabilidade dos relacionamentos duradouros está associada à flexibilidade regulatória típica do apego seguro, expressa em padrões consistentes de responsividade e engajamento. Conclui-se que a segurança no amor resulta da interação dinâmica entre predisposições biológicas, história desenvolvimental e práticas relacionais, oferecendo subsídios para intervenções clínicas centradas no vínculo e destacando o pertencimento como elemento essencial para a saúde emocional e a estabilidade conjugal.
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