| Título: | A RELEVÂNCIA DA FARMACOGENÉTICA NA PERSONALIZAÇÃO DO TRATAMENTO DO TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR | ||||||||||||
| Autor(es): |
THATIANA FERREIRA KREBS |
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| Colaborador(es): |
THOMAS EICHENBERG KRAHE - Orientador |
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| Catalogação: | 13/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74903@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74903 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O Transtorno Depressivo Maior (TDM) permanece um desafio terapêutico relevante devido à
alta prevalência, ao impacto funcional e à variabilidade individual na resposta aos
psicofármacos. Diante do modelo tradicional de prescrição baseado em tentativa e erro, este
trabalho analisou a relevância da farmacogenética como estratégia de psiquiatria de precisão
para personalizar o tratamento do TDM. Realizou-se uma revisão bibliográfica narrativa, de
caráter descritivo-exploratório, com busca em bases como PubMed, SciELO, ScienceDirect e
Google Scholar, além de diretrizes internacionais. A literatura revisada indica que
polimorfismos em genes relacionados à farmacocinética - com destaque para CYP2D6 e
CYP2C19 - influenciam de modo consistente a metabolização de antidepressivos,
contribuindo para diferenças em eficácia, tolerabilidade e risco de eventos adversos.
Evidências também apontam para a contribuição de variantes farmacodinâmicas (como
transportadores e receptores monoaminérgicos) na heterogeneidade terapêutica, embora com
menor robustez clínica. De forma geral, testes farmacogenéticos tendem a reduzir reações
adversas e acelerar ajustes terapêuticos em subgrupos específicos, principalmente em casos
de resposta insuficiente prévia, múltiplas comorbidades ou polifarmácia. Todavia, a
farmacogenética não atua como determinante isolado, exigindo integração com avaliação
clínica ampla, fatores psicossociais e acompanhamento longitudinal. Conclui-se que a
farmacogenética constitui ferramenta promissora e complementar na personalização do
tratamento do TDM, desde que utilizada de modo criterioso, ético e contextualizado, com
atenção às barreiras de acesso, à capacitação profissional e à padronização de painéis.
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