| Título: | A MÚSICA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL E SUA IMPORTÂNCIA NA LUTA ANTIMANICOMIAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
VANESSA CHALUB BARBOSA DO ROSÁRIO |
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| Colaborador(es): |
MELISSA DE OLIVEIRA PEREIRA - Orientador |
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| Catalogação: | 13/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74897@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74897 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A música tem se mostrado uma estratégia fundamental na construção de modos de cuidar que valorizam a liberdade, a expressão e os vínculos comunitários. Este trabalho discute a inserção da música nas práticas de saúde mental vinculadas à Reforma Psiquiátrica Brasileira, analisando como iniciativas musicais em CAPS e em territórios culturais contribuem para a superação do paradigma manicomial e para a produção de cidadania. A partir de revisão bibliográfica interdisciplinar, articulando contribuições da psicologia, das artes e da saúde mental coletiva, observa-se que experiências como blocos carnavalescos, corais e oficinas
musicais promovem reconhecimento social, fortalecimento de laços e reconstrução de identidades marcadas pelo estigma. Entretanto, evidenciam-se tensões entre essas práticas e o cenário atual de retrocesso nas políticas públicas, marcado pela precarização dos serviços e pela ameaça de retomada da institucionalização. Conclui-se que a música se afirma como gesto político de resistência e como prática de cuidado em liberdade, tornando audíveis vidas historicamente silenciadas e reafirmando o direito ao convívio, à criação e à cidade.
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