| Título: | RELAÇÃO ENTRE RELACIONAMENTOS ABUSIVOS E IMPACTOS PSICOLÓGICOS EM JOVENS ADULTOS BRASILEIROS | ||||||||||||
| Autor(es): |
JOÃO FELIPPE CASADO HEFFER MASELLI |
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| Colaborador(es): |
LARISSA MARIA DAVID GABARDO MARTINS - Orientador |
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| Catalogação: | 13/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74889@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74889 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A literatura sugere que vítimas de abuso físico e emocional podem apresentar consequências significativas para o seu bem-estar mental e emocional. Assim, compreender os impactos psicológicos de um relacionamento abusivo torna-se relevante. Com base nessa consideração, este estudo investigou a relação entre o abuso psicológico em relacionamentos íntimos e seus impactos
na saúde mental de jovens brasileiros, com foco especial nas diferenças de gênero. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, transversal e correlacional, com uma amostra de 155 adultos brasileiros, comidade entre 18 e 73 anos (M igual 31,21, DP igual 12,58). Foram realizadas análises descritivas, teste de normalidade de Shapiro–Wilk, correlações de Spearman, testes t e Mann–Whitney para comparação entre gêneros e regressões lineares múltiplas. Os resultados das correlações indicaram que o abuso psicológico indireto apresentou associações negativas e significativas com todas as dimensões de bem-estar, enquanto o abuso direto não mostrou correlações relevantes. As regressões indicaram que apenas o abuso indireto atuou como preditor significativo dos níveis de bem-estar. As análises de diferença entre grupos não identificaram variações significativas entre
homens e mulheres nas dimensões de saúde mental positiva, embora homens tenham relatado maiores níveis de abuso psicológico direto. Nas análises estratificadas, o impacto do abuso indireto sobre o bem-estar social e psicológico foi mais pronunciado entre os homens, enquanto, entre as mulheres, apenas o modelo referente ao bem-estar subjetivo foi significativo. Os achados
demonstram que formas sutis e indiretas de violência emocional exercem efeitos mais consistentes e prejudiciais sobre o bem-estar, destacando a necessidade de intervenções preventivas voltadas ao reconhecimento precoce dessas manifestações.
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