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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
Consulta aos Conteúdos
Título: EQUIVALÊNCIA ENTRE AS MODALIDADES PRESENCIAL, COMPUTADORIZADA E ONLINE DE APLICAÇÃO DE TESTES NEUROPSICOLÓGICOS BRASILEIROS
Autor(es): YURI ESCOBAR CARPENTER
Colaborador(es): JAQUELINE DE CARVALHO RODRIGUES - Orientador
Catalogação: 12/JAN/2026 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74865@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74865
Resumo:
A incorporação de tecnologias digitais à avaliação neuropsicológica tem ampliado as possibilidades de aplicação de testes, inclusive em contextos remotos. No entanto, a simples migração de instrumentos para formatos informatizados ou online não garante que os resultados sejam equivalentes aos obtidos em aplicações presenciais tradicionais. Esta monografia teve como objetivo revisar a literatura sobre a equivalência entre aplicações presenciais e online de testes neuropsicológicos brasileiros, identificando quais instrumentos já foram estudados, quais funções cognitivas e faixas etárias foram contempladas e de que modo diferentes modalidades tecnológicas vêm sendo implementadas em diálogo com diretrizes internacionais. Trata-se de uma revisão narrativa, com buscas realizadas principalmente nas bases PubMed, Web of Science e PsycInfo, complementadas por SciELO, LILACS, PePSIC e repositórios de teses e dissertações, considerando prioritariamente publicações dos últimos 10 anos. Foram incluídos estudos empíricos que compararam modalidades de aplicação ou apresentaram evidências de validade de versões digitais de testes neuropsicológicos utilizados no Brasil. Os resultados indicaram um número ainda reduzido, porém crescente, de investigações envolvendo funções como planejamento, atenção, triagem cognitiva global e linguagem, com exemplos de equivalência demonstrada entre formatos, de versões digitais psicometricamente superiores às tradicionais e de baterias digitais promissoras, mas sem comparação formal com versões em papel. Conclui-se que a equivalência entre aplicações presencial e online é possível em determinadas condições, mas precisa ser demonstrada empiricamente para cada instrumento, população e modalidade tecnológica, exigindo estudos mais abrangentes e metodologicamente rigorosos no contexto brasileiro.
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