| Título: | O CONSUMO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS E A INTENSIDADE E A FREQUÊNCIA DE SINTOMAS DE ANSIEDADE EM ADULTOS | ||||||||||||
| Autor(es): |
MARIANA SALES ABREU |
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| Colaborador(es): |
JAQUELINE DE CARVALHO RODRIGUES - Orientador |
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| Catalogação: | 12/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74862@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74862 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Diante do desconforto dos sintomas ansiosos, indivíduos podem desenvolver estratégias comportamentais desadaptativas para obter alívio sintomático e autorregulação emocional. O abuso de substância emerge frequentemente como mecanismo de enfrentamento, abordagem que pode agravar conflitos emocionais. O objetivo deste estudo foi verificar a relação entre sintomas de ansiedade e a frequência e quantidade de uso de substâncias por adultos. Participaram 994 adultos, de 18 a 86 anos, 69,8 por cento mulheres e 44 por cento com ensino superior. A amostra foi dividida em quatro grupos conforme a quantidade de
substâncias consumidas: sem uso, uso de uma, uso de duas e uso de três ou mais substâncias. Os participantes responderam questionário sociodemográfico, DASS-21, Questionário de Sintomas de Ansiedade (QSA) e SCID-5. Resultados indicaram associação significativa entre uso de substâncias e diagnósticos de ansiedade (x2 (1) igual 39; p menor que 0,001). Observou-se
prevalência maior de diagnósticos no grupo que utiliza substâncias (59,76 por cento) em comparação
ao que não utiliza (34,75 por cento), de força fraca (V igual 0,118). Em relação aos sintomas (QSA), o Teste de Kruskal-Wallis revelou diferenças estatisticamente significativas entre os grupos (p menor que 0,001). Houve aumento progressivo nos escores totais de ansiedade conforme o policonsumo: o grupo que não usa apresentou a menor mediana (Md igual 114,00), enquanto o que usa três ou mais apresentou a maior (Md = 153,50). Padrão semelhante foi encontrado na frequência de uso, pois quem não consome apresentou menores escores de ansiedade. Conclui-se que o alívio temporário por uso de substâncias pode intensificar o sofrimento psíquico, demandando estratégias interventivas que interrompam esse ciclo.
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