| Título: | VIÉS RACIAL E LEI DE DROGAS: EVIDÊNCIA DO RIO DE JANEIRO | ||||||||||||
| Autor(es): |
PEDRO MONTEIRO BERCIAL COLETTI |
||||||||||||
| Colaborador(es): |
DIMITRI JOE DE ALENCAR SZERMAN - Orientador |
||||||||||||
| Catalogação: | 12/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
||||||||||
| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
||||||||||||
| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74856@1 |
||||||||||||
| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74856 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
|
Investiguei a existência de viés racial na aplicação da Lei de Drogas (Lei n. 11.343/2006) no Rio de Janeiro, utilizando registros policiais de ocorrências relacionadas a narcóticos. Analisei a probabilidade de indivíduos negros serem enquadrados como traficantes em vez de consumidores, considerando a quantidade e o tipo de droga apreendida, como maconha, cocaína e crack. Constatei que negros têm maior probabilidade de serem classificados como traficantes, mesmo controlando a carga apreendida, sugerindo uma possível arbitrariedade policial devido à subjetividade da lei, que não define limites claros para distinguir usuário de traficante. Também examinei o impacto temporal da nova legislação, mas os resultados foram inconclusivos quanto à amplificação do viés racial, embora a proporção de enquadramentos por tráfico tenha aumentado após 2006.
|
|||||||||||||
|
|||||||||||||