| Título: | REFLEXÃO SOBRE A FUNÇÃO DOS AMBULATÓRIOS NA REDE DE SAÚDE MENTAL E SUA INSERÇÃO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA | ||||||||||||
| Autor(es): |
IN COELLI TAVARES GAVIAO |
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| Colaborador(es): |
FERNANDO RIBEIRO TENORIO - Orientador |
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| Catalogação: | 09/JAN/2026 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74837@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74837 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Neste trabalho, discute-se o impasse referente ao consenso sobre qual é o lugar do ambulatório na rede de cuidados, visto a grande repercussão no campo da saúde mental o fato de que a atual Portaria da RAPS (Rede de Atenção Psicossocial) não menciona o dispositivo ambulatório. Objetiva-se analisar, tendo em vista as diretrizes da reforma psiquiátrica da
assistência, o referido dispositivo, que por trabalhar, muitas vezes, na lógica hospitalocêntrica, reforça a cultura da medicalização. Este trabalho aponta a imprescindibilidade dos ambulatórios no atendimento de casos não comportados pelos Centros de Atenção
Psicossocial (CAPS). Além disso, observam-se dois principais movimentos de transição nos serviços de saúde: seja do paradigma sintomatológico para o paradigma asilar; seja do modelo de organização da rede de saúde mental a partir do CAPS para o modelo da RAPS. Apesar de existir um modo atual e abrangente de compreensão da saúde, a dinâmica da rede, a formação
científica e as práticas profissionais comportam um funcionamento marcadamente caracterizado por uma ambivalência. Conclui-se que há necessidade de investimento político, ideológico e financeiro em ações ambulatoriais, sejam elas por meio da Estratégia da Saúde da Família, do Núcleo de Apoio à Saúde da Família, do Centro de Atenção Psicossocial ou de outro serviço, como o próprio dispositivo ambulatorial. A discussão na rede de saúde mental CAPS versus RAPS suscita uma série de questionamentos que precisam ser analisados, problematizados, e avaliados. Para atender a grande demanda de saúde mental, há ainda muito
a ser feito; os reais impactos da atual política de saúde necessitarão de mais tempo para serem ponderados em encontros de saúde e agenciados pelos serviços, pelos trabalhadores e pelos usuários.
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