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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: ACOMODAÇÃO FAMILIAR AO TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO
Autor(es): LIDIANE OLIVEIRA DE CASTRO SALCEDO
Colaborador(es): HELENE DE OLIVEIRA SHINOHARA - Orientador
Catalogação: 07/JAN/2026 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74771@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74771
Resumo:
A quarta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico (1995) descreve o Transtorno Obsessivo-Compulsivo como recorrentes obsessões e compulsões, graves o suficiente para consumir muito tempo ou causar prejuízos a uma pessoa. As obsessões, que são pensamentos intrusivos de natureza agressiva, sexual ou religiosa, bem como dúvidas ou medo de contaminação, causam sofrimento psíquico. Na tentativa de aliviá-la, o indivíduo realiza compulsões mentais ou comportamentais, que são atos deliberados que visam redução do sentimento de aflição, ou impedimento da ocorrência de eventos temidos. A causa do TOC ainda não é consenso no meio científico, havendo evidências da influência de fatores psicológicos, genéticos, ambientais e biológicos em sua origem. O aspecto psicológico vem sendo estudado durante décadas, e seu tratamento tem sido desenvolvido por diferentes abordagens psicológicas. Este trabalho foi construído pela perspectiva do modelo cognitivo-comportamental. Entende-se que a família é um importante aspecto na origem e manutenção do TOC, uma vez que há evidências de que a genética e a educação familiar podem tornar um indivíduo mais vulnerável à doença. Isto também indica a importância do papel da família na manutenção do transtorno, como é o caso do fenômeno denominado Acomodação Familiar. Para melhor entendimento acerca deste fenômeno, este estudo se propõe verificar, através da análise do discurso de familiares que participaram de um grupo de apoio a amigos e familiares de portadores de TOC, os comportamentos que contribuem para a manutenção do transtorno, e as consequências que este gera em sua família. Ressaltaram-se, pois, os comportamentos de reasseguramento, a espera para completar um ritual ou comportamento compulsivo, a facilitação das evitações, a tolerância de comportamentos estranhos e a modificação da rotina familiar, todos estes sinais de Acomodação Familiar.
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