| Título: | FREUD E O DUALISMO PULSIONAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
GABRIEL DI LEMOS SANTIAGO LIMA |
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| Colaborador(es): |
MARIA ISABEL DE ANDRADE FORTES - Orientador |
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| Catalogação: | 22/DEZ/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74656@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74656 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Este trabalho tem por objetivo percorrer cronologicamente o caminho trilhado por Freud para a construção de sua teoria das pulsões, enfocando a concepção dualista do autor. Neste contexto, primeiro segue-se a construção cronológica que concerne a ideia das pulsões. Ênfase é dada à busca inicial de Freud em tentar distinguir pulsões de origem não sexuais (as pulsões parciais) das pulsões sexuais propriamente ditas, já em 1905. Segue-se, então, a ideia apresentada em 1910, em que Freud postula a oposição entre pulsões dedicadas a proteger o psiquismo, chamadas pulsões do ego, das pulsões sexuais que, segundo as concebia, colocavam o aparelho mental em risco, assim inaugurado o que ficou conhecido como o primeiro dualismo pulsional. Neste momento, apresenta-se a mudança de ideia do autor, passando a enquadrar as pulsões parciais como sendo sexuais. Logo após, são apresentadas as críticas de Jung acerca da teoria de sexualidade de Freud para explicar a psicopatologia da paranoia. Segue-se a defesa de Freud, em que o mesmo inaugura os conceitos de narcisismo e libido narcísica. Tais conceitos acabam repercutindo na derrocada do primeiro dualismo pulsional. É então que Freud lança o seu segundo dualismo, inaugurado em 1920, em que postula nova oposição, agora entre pulsões sexuais (Eros) e pulsões de morte, identificando, apenas nesse momento, as pulsões do ego com o narcisismo, admitindo o caráter sexual das mesmas. Ênfase é dada à dificuldade, apontada pelo próprio autor, em identificar as pulsões de morte, tendo que conceber a sua ação como sendo silenciosa. Finalmente, busca-se as motivações que levaram Freud a defender o dualismo de suas pulsões de maneira tão obstinada.
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