| Título: | ANSIEDADE SOCIAL E ABUSO DE ÁLCOOL: MISTURA QUE NÃO DÁ CERTO | ||||||||||||
| Autor(es): |
PAULA DE SOUZA BENEVIDES |
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| Colaborador(es): |
HELENE DE OLIVEIRA SHINOHARA - Orientador |
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| Catalogação: | 19/DEZ/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74649@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74649 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A ansiedade social é caracterizada por um temor em demonstrar ansiedade em situações sociais, e por isso ser ridicularizado e humilhado. O indivíduo passa a ter uma preocupação excessiva da avaliação que outras pessoas possam fazer a respeito dele, e por esse motivo, busca causar boa impressão aos outros, utilizando comportamentos e estratégias que possam disfarçar sinais como o enrubescimento, o tremor e o suor excessivo. Uma das possibilidades é o uso do álcool como facilitador da exposição aos contatos interpessoais. O uso do álcool é cada vez mais frequente. Por ser uma droga lícita, o acesso a ela pode ser fácil e seu consumo, ser iniciado precocemente. O comportamento de beber é observado em vários ambientes, e torna-se comum que até mesmo crianças presenciem cenas que envolvam o consumo de álcool, fazendo com que este uso seja encarado como
prática normal, o que pode dificultar o diagnóstico e o tratamento do uso abusivo. O presente estudo obteve dados relacionados à presença tanto de sintomas de ansiedade social como os hábitos de consumo de álcool, em jovens entre 18 e 25
anos, universitários e moradores da cidade do Rio de Janeiro. Apesar de não encontrar correlação positiva entre as duas variáveis, identificou-se alto e frequente número de doses bebidas pelos jovens de ambos os sexos. Além disso, 40 por cento deles relataram graves consequências negativas para si ou para outros, após o consumo de álcool.
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