| Título: | A DOENÇA SOMÁTICA COMO FERIDA NARCÍSICA NO HOSPITAL GERAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
MANUELLA ITAPARY RIBEIRO MOREIRA |
||||||||||||
| Colaborador(es): |
FLAVIA SOLLERO DE CAMPOS - Orientador |
||||||||||||
| Catalogação: | 18/DEZ/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
||||||||||
| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
||||||||||||
| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74639@1 |
||||||||||||
| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74639 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
|
Esse trabalho busca delimitar a doença no seu aspecto psíquico e suas conseqüências para a subjetividade. Para a psicanálise a ferida narcísica seria fundamental para a constituição do ego, assim, vemos durante a internação hospitalar um retorno ao ego fragmentado e frágil. Nossas pesquisas psicanalíticas demonstram que os investimentos libidinais no objeto são interrompidos durante o adoecimento e a libido então, se volta para o próprio ego. Esse retorno libidinal coincide com o momento da internação, onde as questões referentes ao próprio corpo e a sua saúde ganham forma. A atuação do psicólogo hospitalar dá lugar para a subjetividade do paciente para que, através da fala, ele possa elaborar suas fantasias quanto a sua doença. Assim o paciente
poderá fortalecer o seu ego e construir novas formulações psíquicas sobre esse novo corpo, se apropriando do seu processo de adoecimento. Essa apropriação, entretanto não é sem conseqüências e se constitui em feridas ao narcisismo do sujeito.
Foi possível fazer um breve retorno desde a Revolução Pineliana e a Reforma Psiquiátrica até a formulação do Hospital Moderno, com seus novos paradigmas, sua estruturação no ambiente físico, na organização do seu espaço e as diferentes atuações de seus
profissionais. Finalmente trouxemos pequenos relatos clínicos sobre as consequências, na prática, desse processo de adoecimento e sobre a atuação do psicólogo nessas situações dentro do Hospital Geral.
|
|||||||||||||
|
|||||||||||||