| Título: | CORPO: UM MEDIADOR QUE OUSOU ATRAVESSAR O TEMPO | ||||||||||||
| Autor(es): |
FERNANDA EVANGELISTA DE CARVALHO |
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| Colaborador(es): |
CARLOS EDUARDO DUARTE ALVES DE BRITO - Orientador |
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| Catalogação: | 16/DEZ/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74576@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74576 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho tem a intenção de investigar a formação do corpo em seus aspectos sociais através da história. Queremos demonstrar como as crenças participam da construção do ser. Afinal, a perpetuação de muitas delas parecem estar a serviço da
construção e manutenção do sujeito social. Viver em comunidade, ou ainda, formar uma lógica societal não se mostra possível sem que a repressão seja a palavra de ordem. Repressão essa que se faz notar principalmente diante da sexualidade, e acaba por refletir em uma a liberdade de um agir e pensar relativos. A escolha que nos é passível de fazer está subordinada aos ditames de crenças e parâmetros normativos de inserção no âmbito social. O pecado, o corpo, as crenças e até a forma que experimentos alguns de nossos sentimentos tiveram uma origem remota que foi se propagando (e em alguns casos se sofisticando) para que nos classificássemos como humanos. Quanto mais nos cremos livre de amarras é quando mais nos afastamos de uma realidade muda que nos impõem tais regras de convivência. Aos pais e família cabem à educação da criança e essa só se torna sujeito quando está devidamente inserida na lógica em que os tabus operam. Assim, o sujeito, que passa a ser cidadão e está pronto para exibir o seu
corpo social e não o seu corpo real. Pois, na verdade a mente aprisionada não enxerga a diferença entre estes dois corpos com ela tem que gerenciar.
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