| Título: | AS PATOLOGIAS NARCÍSICAS E A MELANCOLIA | ||||||||||||
| Autor(es): |
ANA MERCEDES DE FIGUEIREDO |
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| Colaborador(es): |
MONAH WINOGRAD - Orientador |
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| Catalogação: | 12/DEZ/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74525@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74525 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Com a passagem da modernidade para a contemporaneidade, a clínica psicanalítica se depara com uma ampla gama de configurações subjetivas que não se enquadram no modelo clássico da histeria, conhecidas como patologias narcísicas.
Tais patologias não são uma nova estrutura, mas sim um modo particular de organização psíquica, que dão sinais que os sujeitos tiveram uma constituição narcísica frágil, com falhas nas funções dos objetos primordiais. As falhas ambientais no processo de constituição narcísica podem prejudicar a percepção do sentimento de si e constituir uma situação traumática desestruturante. A fragilidade também está associada à autoridade simbólica contemporânea e, uma vez enfraquecidos os referenciais norteadores da subjetividade, os sujeitos se deparam com o sentimento de desamparo e mal-estar. O esvaziamento da figura paterna
como instância interditora produz manifestações subjetivas fundamentalmente frágeis, que seguem uma lógica narcísica de onipotência e não referência ao outro. Ainda hoje esses modos de funcionamento psíquico apresentam dificuldades
tanto do ponto de vista conceitual quanto do manejo clínico e por isso a necessidade de se continuar a pesquisar sobre essas configurações conhecidas como patologias narcísicas. O presente trabalho se apoiará na hipótese de que podemos compreender tais afecções por meio do conceito de narcisismo, da metapsicologia da melancolia freudiana e da teoria do trauma ferencziano. Pretendemos então refletir acerca das patologias narcísicas, abordando os conceitos acima mencionados, afirmando que elas são facetas sintomáticas que a melancolia pode apresentar.
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