| Título: | AUTOIMAGEM E CONTEMPORANEIDADE: COMO SE DÁ O PROCESSO DE MUDANÇA EM UMA PERSPECTIVA VIVENCIAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
LUIZA DE SAULES PENA |
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| Colaborador(es): |
TEREZA CRISTINA SALDANHA ERTHAL - Orientador |
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| Catalogação: | 26/NOV/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74344@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74344 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho se propõe pesquisar como novos paradigmas sociais afetam a autoimagem e se há a probabilidade de mudança, de fato, de uma imagem distorcida numa perspectiva vivencial. O conceito de autoimagem, nessa linha
teórica, consiste na percepção que o sujeito tem de si, sendo construída a partir das relações sociais e dos acontecimentos vivenciados e, portanto, é um processo que se encontra em constante mudança. Devido os mais novos meios de comunicação e disseminação de notícias e imagens, como a mídia e as redes sociais, por exemplo, observa-se uma crescente expectativa do indivíduo pósmoderno em alcançar a perfeição e, consequentemente, modificar sua autoimagem com o intuito de satisfazer seus desejos, influenciados pelo paradigma social vigente. A autora apresenta a hipótesede que a psicoterapia vivencial ajuda a integrar a imagem, diminuindo a distância entre o eu-real e o eu-ideal.
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