| Título: | ESTRESSE DE MINORIA E SAÚDE MENTAL EM GAYS, LÉSBICAS E BISSEXUAIS | ||||||||||||
| Autor(es): |
FLÁVIA CROSSETTI DE CASTRO |
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| Colaborador(es): |
JULIANE CALLEGARO BORSA - Orientador |
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| Catalogação: | 26/NOV/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74339@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74339 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Esse trabalho busca analisar a relação entre o modelo teórico sobre estresse de minoria, descrito por Meyers (2003), e a saúde mental em pessoas lésbicas, gays e bissexuais. Participaram da pesquisa 715 pessoas brasileiras, sendo a maioria moradora do Rio de Janeiro e São Paulo, branca e com ensino superior incompleto. Dos respondentes, 207 pessoas se identificaram como lésbicas (29 por cento), 230 como gays (32,2 por cento) e 273 como bissexuais (38,2 por cento). Destes, 436 eram mulheres (61 por cento), 256 eram homens (35,8 por cento), e 23 se declararam como pessoa trans não-binário (3,2 por cento). Foram aplicados um questionário sociodemográfico, o Índice de Saúde Mental (MHI-5), e as escalas Experiências de Vitimização, Sentimentos sobre homossexualidade/bissexualidade e Sair do Armário: Assumindo a sexualidade (Dunn, 2014). Foi realizada uma análise multivariada da variância (MANOVA) seguido de método de Bonferroni e teste t de Student sobre os níveis de estresse de minoria e de saúde mental entre indivíduos com diferentes orientações sexuais e entre homens e mulheres, encontrando diferenças significativas em relação às escalas de vitimização e de saída do armário. Além disso, foram realizadas regressões múltiplas para verificar se o estresse de minoria afetaria a saúde mental dos participantes, encontrando que em cada uma das orientações sexuais diferentes aspectos do estresse de minoria afetavam a saúde mental.
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